O Hospital Estadual de Jaraguá Dr. Sandino de Amorim (Heja) começou um novo método para o tratamento respiratório de pacientes com a Covid-19. A unidade usa máscaras de mergulho adaptadas a ventiladores pulmonares. Trata-se de uma terapia não invasiva que surgiu na Itália e começou a ser desenvolvida no Brasil.
O hospital, que é gerido pelo Instituto Brasileiro de Gestão Hospitalar (IBGH), recebeu da Organização Social (OS) cinco máscaras. Os equipamentos foram adaptados e passaram por testes no hospital. Os resultados foram positivos, e por isso já começaram a ser usados.
De acordo com a diretora de humanização do Heja, Camila Santos, as máscaras são usadas em conjunto com o aparelho de ventilação não invasiva. “O método tem o objetivo de evitar a intubação dos pacientes da covid-19. Além de proporcionar aos pacientes melhora dos sintomas, também protege os profissionais que atuam na linha de frente, pois não provoca dispersão de aerossóis no ambiente”, explica.
Camila ressalta que as máscaras são indicadas conforme necessidade do paciente e quadro clínico de cada um. O equipamento é de fácil manuseio, segundo ela, e pode ser reutilizado por outros pacientes após medidas de higienização.
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