Primeira Edição Impressa do Jornal do Vale em 1975

JORNAL DO VALE completa 46 anos de fundação

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No dia 10 de maio de 1975, circulou em Ceres e em toda região do Vale do vale do São Patrício, a primeira edição do JORNAL DO VALE, ou seja, a edição de número 01.

Com o passar do tempo, nesses 46 anos de sua fundação, o JORNAL DO VALE se tornou um veículo de comunicação de maior credibilidade e respeitado da Região do Vale. Pois, o mesmo, sempre se pautou em levar a informação verdadeira e honesta, conquistando a confiança de seus leitores.

Hoje, sem dúvida, o JORNAL DO VALE está consolidado como um dos meios de comunicação mais importantes do interior de Goiás, pois, é um jornal sério e imparcial, que ao longo desses anos de sua existência, sempre se pautou pela divulgação da verdade e na defesa das causas da população da nossa região, de Goiás e do Brasil. A função de um jornal, é a de defender os interesses do povo, e isso, o JORNAL DO VALE tem feito com muito afinco.

Para ilustrar essa matéria, estamos publicando a capa da primeira edição do JORNAL DO VALE que circulou há 46 anos atrás, ou seja, em 1975. Waldir Marques

 

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Nota da redação

Em decorrência dessa maldita pandemia provocada pelo coronavírus, que assolou o mundo inteiro, a edição impressa do JORNAL DO VALE deixou de circular. Mas, o leitor, pode ficar bem informado, acessando o jornal via online. Basta você clicar – www.jornaldovale.com

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ESTADO

Primeiro caso da variante da Covid-19 indiana é confirmado em Goiânia

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Goiânia confirmou nesta sexta-feira (18) o primeiro caso da variante Delta de Covid-19 em Goiânia. Conhecida como cepa indiana ou B.1.617.2, ela foi identificada em uma paciente de 18 anos, residente na capital, que relatou não ter feito nenhuma viagem nem ter tido contato com pessoas de outros Estados ou países.

A paciente apresentou sintomas leves e não precisou ser internada. Ela é uma das participantes da pesquisa de sequenciamento genético que está mapeando as variações do Coronavírus (SARS-COV-2) em Goiás, projeto de pesquisa financiado pela Fapeg (Fundo de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás) e INCT-EECBio da Universidade Federal de Goiás (UFG).

A amostra foi detectada em um dos 62 indivíduos que integraram esta etapa da pesquisa. Imediatamente após a identificação do caso, a SMS concluiu que trata de uma transmissão comunitária.

 

Xepa

A SMS também endereçou a questão das sobras de doses das vacinas, chamada popularmente de “xepa” das vacinas. “Cada local faz uma relação das pessoas, dentro dos grupos prioritários, interessadas em tomar a vacina e, quando sobra alguma dose, elas são avisadas por telefone”, esclarece a nota.

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O texto também informa que diariamente sobram “pouquíssimas doses, uma vez que a vacinação ocorre por agendamento e no caso da AstraZeneca, ela retorna para a Rede de Frio, pois o frasco pode ficar até 48 horas aberto”.

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