O site Poder360 compilou, numa tabela, as pesquisas do Ibope, nos últimos dias, em 25 estados e no Distrito Federal.
Lula vence em 23, numericamente. Em todos os estados do Nordeste passa dos 50% dos votos. Bolsonaro vence em quatro: DF, RR, SC e Acre.
Geraldo Alckmin só não está na “lanterninha”, sozinho, em três: São Paulo, Sergipe e Santa Catarina, assim mesmo com apenas um ponto sobre Ciro Gomes, que nos dois últimos estados fica com um ponto a menos no “duelo de anões” com o ex-governador paulista: 4 a 3 e 6 a 5, em pontos percentuais, respectivamente.
Abaixo, o quadro publicado pelo Tijolaço, que ajuda a compreender a monstruosa usurpação que está sendo feita contra “Sua Majestade, o eleitor” e porque as eleições brasileiras estão se tornando um escândalo internacional. Dispensa qualquer comentário, é apenas o retrato de como está se esbulhando povo de seu país.
“Sua Majestade, o público”, diz PGR. E “Sua Majestade, o eleitor”? por Fernando Brito
Na previsível – e absurda – decisão de ontem (28) do Tribunal Superior Eleitoral de que, se quiserem, as emissoras de televisão (lembrando: concessões públicas) podem não dar uma palavra sobre a campanha do candidato (lembrando: não teve seu registro negado) Lula, o vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, dizendo que é decisão exclusiva dos veículos de comunicação “o que é notícia” usou um argumento curioso.
Disse ele que “o juiz maior das escolhas feitas pelos veículos de comunicação é “Sua Majestade, o público”.
O auxiliar de Raquel Dodge acaba por sustentar que, então, por tudo que se pode medir sobre as preferências do público, Lula deveria não apenas ser notícia, por ser unânime e destacadamente o líder das pesquisas eleitorais quanto poder ser candidato, escolhido pelo “juiz maior” do país, o povo brasileiro.
Acontece, e é evidente para todos, que o Judiciário usurpou a soberania popular e concedeu, a a si mesmo, o poder majestático de dizer não apenas o que se pode fazer, mas o que e quem podem fazer.
Passou a existir apenas uma lei: Lula não pode nada. Não pode ser candidato, não pode falar, não pode ser visto, não pode existir.
Se pudessem, por-lhe-iam uma máscara de ferro, como ao personagem de Alexandre Dumas.
Não há limites para seu ódio, nem mesmo o risco conscientemente assumido que o país venha a ser entregue a um aventureiro fascistóide, de limitações evidentes e esperam – tolos que são – que um “voto útil” entregue a presidência a um insosso “homem bom” do status quo.









































