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MEC debate formação profissional para transição ecológica

Foto: Mário Agra/Fundação Itaú

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O Ministério da Educação (MEC) participou, nesta terça-feira, 19 de maio, em Brasília (DF), do “Seminário Trabalhos Verdes para a Transição Econômica-Ecológica”, promovido pela Fundação Itaú. O encontro reuniu representantes do governo federal, organismos internacionais, setor produtivo e sociedade civil para discutir os desafios da formação profissional diante das mudanças climáticas, da transformação produtiva e da construção de uma economia de baixo carbono. 

O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli, disse que a Educação Profissional e Tecnológica (EPT) ocupa papel central nas estratégias de desenvolvimento sustentável do país. “Há um reconhecimento do mundo do trabalho acerca dessa modalidade de ensino. O estudante de hoje quer formação conectada à prática, à inovação e à solução de problemas reais”, afirmou Bregagnoli. 

Segundo ele, o MEC tem ampliado investimentos e estruturado políticas voltadas à formação de trabalhadores para os novos arranjos produtivos ligados à transição energética e à bioeconomia. Destacou o financiamento do governo federal, por meio de programas como Juros por Educação e Pronatec, para ampliar a oferta de cursos técnicos, melhorar a infraestrutura escolar e formar profissionais da educação.  

Bregagnoli também fez referência à recém instituída Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica (PNEPT) como um marco para consolidar diretrizes alinhadas à sustentabilidade e às demandas contemporâneas. 

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Cooperação – A iniciativa Profissionais do Futuro, que atua na atualização de currículos e na formação voltada às energias renováveis, desenvolvida por meio de parceria entre o MEC e a Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), também foi abordada no Seminário. A primeira fase do programa já alcançou quase 19 mil pessoas qualificadas e contribuiu para a atualização de 25 currículos de referência alinhados às novas matrizes energéticas.  

O diretor nacional da GIZ Brasil, Jochen Quinten, defendeu que o avanço da agenda sustentável exige investimentos contínuos em qualificação profissional, proteção social e diálogo entre governos, trabalhadores e setor produtivo. “A transição ecológica só será bem-sucedida se vier acompanhada de empregos de qualidade, formação profissional e oportunidades reais para as populações mais vulneráveis”, resumiu. 

A mesa de abertura contou, ainda, com a participação de representantes do Instituto Itaúsa; da Organização Internacional do Trabalho (OIT); e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

Fonte: Ministério da Educação

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