O médico Bruno Felisberto se entregou à Polícia Civil na Base Aérea do Cachimbo, no Pará, após ficar foragido por causar a morte da namorada adolescente com um disparo de arma de fogo. Durante interrogatório, ele relatou que ambos estavam embriagados e que pegou a arma acreditando que estivesse descarregada.
Bruno Felisberto afirmou que a adolescente pediu para dirigir e foi para seu colo enquanto ele dirigia. Ele pegou a arma e, acreditando que estivesse descarregada, ocorreu o disparo.
Segundo o médico, ele prestou socorro imediato à vítima, levando-a ao hospital local, onde tentou reanimá-la por cerca de 40 minutos.
O suspeito indicou e acompanhou os policiais até o local onde havia descartado a arma, que foi apreendida.
Um inquérito policial foi aberto e deverá ser concluído em dez dias, conforme informou o delegado Waner Neves. A investigação busca esclarecer todos os detalhes do homicídio.
Testemunhas relataram que Bruno Felisberto teve um surto emocional após ser informado da morte da namorada, tentando danificar móveis do hospital.
O médico já havia sido alvo de uma medida protetiva solicitada por outra ex-companheira em 2022.
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