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No Tocantins, homem é decapitado após briga por pequis

A divisão dos valores da venda do fruto teria motivado o crime.

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Na noite da última terça-feira (21), um senhor de 58 anos foi brutalmente assassinado após uma discussão sobre a divisão dos lucros do comércio de pequis em Nova Rosalândia, Tocantins. A vítima foi decapitada e teve os braços arrancados após a briga sobre venda dos frutos.

Conforme a investigação, vítima e agressor são concunhados, mas não tiveram a identificação divulgada. O fruto que motivou o crime teria sido colhido pelos dois e vendido no interior de Tocantins pela vítima.

Ao anoitecer, ambos foram a um bar da cidade para comemorar a venda e, posteriormente, se deslocariam para outro local onde dividiriam os lucros. No local, a vítima que não concordou com a divisão, foi atacada com um machado, decapitada e teve seus braços arrancados pelo suspeito, que fugiu e se escondeu em uma mata.

A Polícia Civil (PC) local, juntamente com a Polícia Militar (PC), realizou buscas na região durante a noite. Na manhã de quarta-feira (22), um agente que estava indo para casa percebeu que havia alguém escondido em um matagal às margens da Rodovia TO-225, em Cristalândia, cidade vizinha de onde o crime aconteceu e acionou reforço. No local o suspeito foi capturado e levado para à Delegacia de Polícia de Cristalândia. Ele deve responder pelo crime de homicídio qualificado por motivo fútil.

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Forças de segurança de Goiás e do Mato Grosso do Sul apreendem 2,5 toneladas de maconha

Operação integrada contra tráfico internacional de drogas traz prejuízo estimado em R$ 2,5 milhões ao crime organizado. Quatro pessoas são presas em flagrante. Ação conta com participação da Polícia Militar de Goiás, por meio do Grupo de Radiopatrulha Aérea (Graer), do Batalhão de Operações Especiais (Bope), de equipes do Serviço Aéreo do Estado de Goiás (Saeg), além do Batalhão de Choque da PM do Mato Grosso do Sul. “Com nossa polícia, de uma coisa eu tenho certeza: bandido não cresce em Goiás”, assinala governador Ronaldo Caiado.

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Uma operação integrada entre as forças de segurança de Goiás e do Mato Grosso do Sul resultou na apreensão de 2,5 toneladas de maconha, neste domingo (17). A droga, oriunda do Paraguai, foi interceptada em Ponta Porã (MS), após troca de informações entre as equipes policiais. Ao todo, quatro pessoas foram presas em flagrante. A apreensão trouxe prejuízo estimado em R$ 2,5 milhões ao tráfico de drogas.

“Temos uma segurança pública integrada, com a pura capacidade de inteligência, com um nível de profissionalismo ímpar e que é referência nacional. Tenho orgulho de ser comandante-em-chefe da melhor polícia do país”, assinala o governador Ronaldo Caiado. “De uma coisa eu tenho certeza: bandido não cresce em Goiás”, completa o chefe do Executivo Estadual.

O secretário de Estado da Segurança Pública (SSP-GO), Rodney Miranda, também comemorou a apreensão. “Hoje, está cada vez mais difícil achar droga na rua. Isso é fruto de um trabalho de inteligência, de esforço e de integração entre as nossas polícias”, pontua. Na análise do titular da pasta, apreensões como essa contribuem não apenas para a descapitalização de organizações criminosas, mas, principalmente, para interromper o ciclo criminoso. “Isso torna as quadrilhas cada dia menores e mais desorganizadas”, afirma.

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A ação integrada contou com a participação da Polícia Militar de Goiás (PMGO), por meio do Grupo de Radiopatrulha Aérea (Graer) e do Batalhão de Operações Especiais (Bope). O trabalho também teve apoio de equipes do Serviço Aéreo do Estado de Goiás (Saeg) e do Batalhão de Choque da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul (PMMS).

Apreensão

De acordo com o Comandante do Graer, Tenente Coronel Ricardo Ferreira de Bastos, o grupo criminoso já era monitorado pelo serviço de inteligência da PM-GO. “Nós tivemos as informações desse carregamento porque um dos criminosos já havia sido preso aqui em Goiás, em 2017, por tráfico e associação para o tráfico. A partir daí, nós compartilhamos com a Polícia Militar do Mato Grosso do Sul, que nos apoiou nessa operação”, explicou.

Segundo as informações levantadas durante a ação, os ilícitos eram oriundos da cidade de Capitan Bado, no Paraguai e tinham como destino os estados de Goiás e Maranhão. Assim que os carregamentos entraram no Brasil, passaram a ser monitorados. “No momento em que foi realizada a abordagem, eles já estavam descarregando a droga dos veículos para ficar um tempo em uma casa e posteriormente ser distribuída”, disse.

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Ao todo, quatro pessoas foram presas em flagrante. Os suspeitos (dois brasileiros e dois paraguaios) eram integrantes de uma facção criminosa. Eles foram levados, junto aos entorpecentes e veículos usados no crime, à Delegacia de Polícia Federal de Ponta Porã (MS). Os quatro indivíduos foram autuados pelos crimes de tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico.

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