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Opinião

O caminho do progresso

O caminho do progresso, então não é um caminho reto e que as modificações fazem parte do trajeto.
Paulo Hayashi Jr. - É Doutor em Administração. Professor e pesquisador da Unicamp. 

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Goethe, cientista e escritor alemão do século XVIII, publicou seus estudos sobre a metamorfose das plantas em 1790. Apaixonado por aprendizagem, Goethe detalhou em seu livro sua teoria do desenvolvimento botânico a partir daquilo que ele considera como a planta original. Para o autor, quanto mais avançado está o vegetal em seu desenvolvimento, mais há a diferenciação das partes e também são desenvolvidas suas subordinações e conexões. Cada vegetal, apesar de parecer único, representa sempre pluralidade, assim como todo ser vivente.

Sobre os tipos de metamorfoses das plantas, para o autor, há três tipos: regulares, irregulares e ocasionais. A primeira configura o caminho do progresso gradual tal como uma escada em que se avança de degrau em degrau. A segunda, também chamada de regressiva, ocorre quando é preciso retroceder para que determinada parte da planta possa se transmutar. De maneira semelhante, pode-se dizer que são os retrocessos da vida, os infortúnios que transformam nossa rotina, nosso jeito de ser e transforma, se aproveitada a lição, a pessoa para uma condição superior. Por fim, as metamorfoses ocasionais dependem das contingências do ambiente e de suas. No caso específico dos vegetais, da atuação dos insetos.

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O caminho do progresso, então não é um caminho reto e que as modificações fazem parte do trajeto.

É essencial flexibilidade e resiliência, adaptabilidade e esperança para que os resultados finais e a aprendizagem possam ser atingidos. Em muito se assemelha com a perspectiva da vida humana.

Paulo Hayashi Jr é Doutor em Administração. Professor e pesquisador da Unicamp. 

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