Opinião

O inferno das pesquisas eleitorais!

Uma dessas pesquisas disse, em um dos seus levantamentos, que um dos pretensos candidatos, no momento em que a pesquisa fora colhida, tinha 55% dos votos para ocupar o cargo de Presidente da República, se a eleição viesse a ocorrer naquele momento.

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Apesar de estarmos a muito tempo da realização de novas eleições para escolhermos o novo ocupante do Palácio do Planalto começam o desfilar de um conjunto de pesquisas de intensões de votos para os presidenciáveis, pretendentes ao cargo, como se a vida fosse estática e nada de significativo fosse acontecer, até lá, que possa vir a alterar uma decisão tão importante como a escolha de um novo nome para estar à frente do país e da população, num contexto tão complicado e difícil como é o exercer do cargo de Presidente da República.

Para se dar importância a uma pesquisa dessa natureza é necessário, em primeiro lugar, saber interpretar uma informação Estatística.

Uma dessas pesquisas disse, em um dos seus levantamentos, que um dos pretensos candidatos, no momento em que a pesquisa fora colhida, tinha 55% dos votos para ocupar o cargo de Presidente da República, se a eleição viesse a ocorrer naquele momento.

Sucede que para se entender esse valor percentual temos que ter em atenção que o universo de eleitores no Brasil é de, aproximadamente, cento e cinquenta milhões de eleitores.

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Portanto um candidato que tenha esse percentual de votos a um ano das eleições, significa que, se a eleição fosse no momento da coleta da informação, esse candidato teria, algo em torno de oitenta e três milhões de votos o que é, considerando o contexto atual dos postulantes à Presidência da República, algo completamente fora da realidade factível.

Os nomes que fizeram parte da pesquisa, para compor o possível pleito, são nomes absolutamente obtusos e abjetos relativamente aos interesses da coletividade.

Pior de tudo é que essa informação influencia, de forma objetiva e subjetivamente os mais variáveis segmentos da economia nacional.

Como sabemos a Economia se apoia em pilares tais como a expectativa de risco, certezas, confiança, esperança dentre outros valores afins. As projeções de vitória eleitoral, mesmo a uma distância tão grande de realização, qualquer uma das figuras postulantes ao cargo de Presidente da República, é determinante para estimular o lado para o qual o câmbio de moedas estrangeiras, volumes de importações e exportações de produtos que compõem a nossa balança comercial com os demais países com os quais temos relações comerciais passam a receber uma atenção especial.

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Essas conjecturas em nada nos ajudam. Alimentam incertezas, dúvidas e interrogações.

Professor Cícero Maia – [email protected]

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ARTIGO

O Professor venceu!

Existe um ditado popular que diz que a única coisa que não pode ser tirada de alguém é o conhecimento.

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Este artigo inicia-se com uma das mais inspiradoras frases da poetisa e escritora goiana Cora Coralina: “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”.

Um bom professor representa tanto na vida de uma pessoa, que em regra seus ensinamentos perpetuam nas lembranças daquele(a) que os receberam, trazendo ao aluno paz e confiança para executar o que aprendeu.

Existe um ditado popular que diz que a única coisa que não pode ser tirada de alguém é o conhecimento. Se analisarmos bem as entrelinhas desse ditado perceberemos que o conhecimento é uma das coisas mais valiosas que uma pessoa pode ter, entretanto, só pode ser viabilizado se ensinado por alguém. E esse alguém, que transfere conhecimento, informações, know how, carisma, empatia e solidariedade, é o Professor. Sim, Professor com P maiúsculo, para destacar o tamanho e a importância deste profissional, que é subdimensionado em relação ao tamanho social que deveria ter.

São esses profissionais que, muitas vezes, acabam extrapolando suas funções e passam a fazer parte da criação de crianças e adolescentes, contribuindo significativamente com a formação desses jovens, somando assim para que determinada criança ou adolescente possa quebrar paradigmas estruturais e familiares, e assim representar uma evolução espiritual, social e intelectual em relação aos seus antecedentes.

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Professor é inspiração, é satisfação, é evolução e também realização.

Que o dia 15 de outubro seja significativo o suficiente, não apenas para que as pessoas possam fazer postagens parabenizando os professores em suas redes sociais, mas que também possa inspirar a reflexão de todos em relação à importância desta atividade, dedicada com tanto amor e carinho por tantos, mas que nem sempre tem o seu valor reconhecido.

Lembre-se: não existe o médico, o engenheiro, o arquiteto e o advogado se não existir o professor.

A educação é o futuro da sociedade e é ela que pode fazer com que mudemos tudo aquilo de errado que vivemos no presente. O professor é a peça fundamental para o funcionamento bem-sucedido desta educação.

Pensem nisso!!

Diego Amaral é advogado e professor

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