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opinião

O poder de desenhar o futuro

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Desde o processo de redemocratização do nosso país, nunca tivemos – como nos dias atuais, tamanhas lições sobre o pensamento do grande estadista britânico e Prêmio Nobel de literatura, Winston Churchil: “a democracia é o pior dos regimes políticos, mas não há nenhum sistema melhor que ela”.

De fato, ao analisamos os efeitos do esforço nacional pelos valores democráticos, percebemos que o problema não está no regime, mas nos erros de escolha induzidos por sua manipulação por grupos de interesse. É quando surge a pergunta sobre com que critérios vamos escolher numa eleição que decidirá entre a o empobrecimento das famílias ou a retomada do crescimento.

Não foi o destino ou a vontade de Deus que levou 10 milhões de pessoas a estarem desocupadas no Brasil– quase 300 mil goianos. Não é por vontade dos céus que tanta gente passa fome, que tantas famílias sofrem com doenças e perdem a esperança. O historiador dirá que foram os erros nas escolhas que geraram este resultado inaceitável.

Me candidato para uma cadeira no Senado Federal porque sei da importância do parlamento no desenho de nosso futuro. Em termos práticos, se a energia está cara e falha, quem controla o sistema é uma Agência Nacional. Quem aprova a escolha dos seus dirigentes e a política que vão adotar é o Senado Federal, com poderes para vetar, convocar, cobrar ou até cassar a credencial. O mesmo vale para a conta telefônica, a qualidade das estradas, os sistemas de transporte, preço do petróleo, gás, biocombustíveis e até política nacional para cinemas.

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O Senado também sabatina os membros das cortes superiores de justiça, aprova ou veta cada ministro para o Supremo Tribunal Federal e tem poderes para convocar, questionar ou processar um presidente da República.

Os atores capazes desta transformação terão de demonstrar experiência na vida política, reconhecimento dos demais parlamentares e capacidade de unir forças ao invés de dividir o país. Sonhamos com o fim da intolerância na política, com controle da inflação que corrói a renda da população e, em seu lugar, uma política constitucional que garanta renda mínima e dignidade para qualquer família em qualquer canto.

Temos que pensar em um Senado Federal do mais alto nível e capaz de lutar pela qualidade de vida de nossa gente. Goiás precisa de um senador experiente e atuante para representar nosso estado. Um senador capaz de aperfeiçoar leis que deem segurança ao nosso setor produtivo para construir mais oportunidades de trabalho, emprego e renda.

Se Deus permitir e os eleitores assim quiserem, seremos no Senado a defesa incansável do interesse de todos os goianos, de cada município, com rigor e observância das atribuições de um senador que propõe, debate e acrescenta. Trabalharemos para preencher as lacunas que necessitam de modernização das leis, com total independência e compromisso ético.

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Estaremos em cada ministério buscando verbas para nossos municípios e obras que tragam emprego e desenvolvimento para nossa gente. Vamos lutar para diminuir as desigualdades regionais e mostrar para o Brasil o quanto nosso estado é capaz de liderar a retomada do desenvolvimento nacional, como já fizemos antes.

O fato é que nossas escolhas vão ditar o rumo de nossas vidas. Eu me ofereço para colocar tudo que aprendi e toda minha força para trabalhar nesta construção de um novo amanhã. E que Deus nos dê sabedoria nesse momento tão importante e decisivo.

Marconi Perillo é candidato a senador pelo PSDB

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