segunda fase da Operação Carga Cara

Operação Carga Cara efetua sequestro de quase 50 milhões e apreende carros e lanchas

A investigação iniciou em 2022 e descobriu um esquema criminoso no setor de transportes de cargas entre o Porto Paranaguá (PR) e cinco fábricas de uma grande empresa goiana de fertilizantes.

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Operação Carga Cara efetua sequestro de quase 50 milhões e apreende carros e lanchas. Fotos: PC

A Polícia Civil (PC) através do Grupo Especial de Investigação Criminal (Geic) de Anápolis, deflagrou nesta quinta-feira (4) a segunda fase da Operação Carga Cara. A operação teve por meta cumprir 10 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Goiás, Paraná e Santa Catarina; realizar o sequestro de R$ 16 milhões e 200 mil nas contas bancárias dos investigados; sequestro de 11 veículos de luxo; sequestro de uma lancha; sequestro de outros bens e valores encontrados na posse do investigados.

A investigação iniciou em 2022 e descobriu um esquema criminoso no setor de transportes de cargas entre o Porto Paranaguá (PR) e cinco fábricas de uma grande empresa goiana de fertilizantes.

O grupo atuava com três tipos de fraude: direcionamento dos fretes majoritariamente para uma empresa transportadora; superfaturamento artificial do valor do frete e cobrança a maior sobre o valor já superfaturado.

Foi constatado que, em 36 meses de operação, o grupo contratou cerca de 29.847 fretes superfaturados e causou um prejuízo estimado de R$ 47.505.796,10 à empresa de Goiás. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

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Personal trainer suspeito de importunação sexual pediu a aluna para não denunciar o fato

O fato aconteceu na tarde de terça-feira (21), e o homem foi preso no mesmo dia.

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O personal trainer Bruno Fidelis, é suspeito de importunação sexual contra uma aula durante uma avaliação física em Caldas Novas. Fotos: Reprodução

O personal trainer Bruno Fidelis, é suspeito de importunação sexual, contra uma aula durante uma avaliação física. Após isso o profissional pediu desculpas para ela através de mensagem de texto. As mensagens foram divulgadas pela Polúcia Militar (PM) de Caldas Novas. Conforme informações o personal tentou convencer a jovem de 22 anos a não denunciar o caso.

O caso ocorreu na tarde de terça-feira (21) e o suspeito foi preso no mesmo dia na cidade turística. A defesa do personal trainer informou o Poder Judiciário de Goiás determinou a soltura do suspeito. Em decorrência disso, a audiência de custódia que estava prevista para quarta-feira (22), não ocorreu.

De acordo com o delegado da Polícia Civil (PC) Alex Miller, a mulher revelou que o crime ocorreu durante uma avaliação física. Ela relatou que estava de biquíni para serem feitas medições e fotografias. Além disso, ela também disse que, quando o personal foi fazer uma medição, ele teria passado a acariciar os seios dela por debaixo do biquíni.

Ainda de acordo com as informações, a mulher já fazia acompanhamento com o personal há 40 dias. Em depoimento, o personal disse que não tirou proveito sexual da situação e que foi mal-entendido pela jovem.

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Através dos prints, é possível ver quando a jovem confronta o personal, dizendo que ele passou a mão nela, e ele pede desculpas dizendo achar que “estava sendo correspondido”.

Veja a nota de defesa do personal:

“Os advogados Lucas Morais Souza e Arlen S. Oliveira esclarecem que ainda estão tomando ciência das acusações arroladas nos autos de inquérito policial. Informam ainda que o personal exerce a profissão há mais de cinco anos, atendendo mais de 100 alunos neste período, pautando sempre pela ética, transparência e a busca do melhor resultado para os alunos.

Neste período, nunca obteve nenhuma reclamação de seus alunos, e, no curso das investigações demonstrará a improcedência das acusações. Nesse compasso, a defesa buscará no curso do processo demonstrar que o investigado agiu sempre pela boa-fé e ética, cumprindo com o exercício da função que lhe foi confiado por seus alunos.

Sobre as conversas trocadas no dia do suposto fato, percebe-se pelo próprio teor que em momento algum houve conotação de ameaça, coação ou constrangimento, mas simplesmente um ato de buscar esclarecer os fatos mal entendidos.

A relação entre aluna e personal era amistosa o que pode também ser percebido pelas mensagens enviadas e compartilhadas via redes sociais durante os treinos pela própria aluna.

Os advogados Lucas Morais Souza e Arlen S. Oliveira esclarecem que a Delegacia de Polícia Civil encaminhou ao judiciário as documentações e levantamentos apurados até o presente momento. Na ocasião, o juízo responsável pelo caso, ao analisar os documentos, deliberou da seguinte maneira: ‘O autuado constituiu defensor, apresentou comprovante de endereço, possui ocupação lícita, não possui condenações transitadas em julgado.

Desse modo, não há motivos que justifiquem o decreto preventivo, com base nos pressupostos autorizadores (art. 312 do CPP). In casu, qualquer afirmação no sentido de que existem motivos para manter a prisão do autuado não passará de presunção de periculosidade, o que viola o ordenamento constitucional, mormente o princípio da inocência, vez que o autuado ainda não foi submetido a julgamento.’

Por fim, informamos que as informações levantadas são embrionárias e que qualquer julgamento neste momento ofende o princípio da presunção de inocência. Os fatos devem ser apurados sob o crivo do contraditório e ampla defesa em juízo”.

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