Operação Garito

Operação contra jogos de azar prende 11 pessoas, obtém bloqueio de R$ 25 milhões e apreende 16 carros e um avião

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Na última quinta-feira (19), uma operação realizada pela Polícia Civil desarticulou um grupo suspeito de manter uma organização criminosa ligada a jogos de azar, em Goiás. A ação, batizada de “Garito”, prendeu 11 pessoas e apreendeu R$ 80 mil em espécie, 16 carros – muitos deles de luxo – e até um avião, além de duas armas de fogo. A corporação também conseguiu, junto ao Poder Judiciário, o sequestro de R$ 25 milhões e de sete imóveis, sendo uma fazenda. Os nomes dos detidos não foram divulgados.

Além das prisões, foram cumpridos 48 mandados de busca e apreensão em empresas de fachada onde se lavava o dinheiro oriundo dos jogos de azar e nas casas dos investigados. As ordens judiciais foram executadas em Goiânia, Jataí, Anápolis, Valparaíso de Goiás e Goianira.

Durante o trabalho, que contou com 140 policiais, também foram recolhidas várias máquinas caça-níqueis e equipamentos para a montagem dos equipamentos.

O delegado Eduardo Gomes, responsável pelo caso, disse que as investigações foram iniciadas há mais de um ano. Ele destacou que o grupo montava grandes “cassinos clandestinos” em imóveis residenciais para tentar não chamar atenção da polícia.

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“A sistemática da organização é montar cassinos clandestinos em residências, com atendimento de bar e alimentação para dar um suporte para a clientela permanecer muito tempo nas casas. Utilizam residências para disfarçar, para não chamar muita atenção da polícia”, explica.

Em suma, as principais vítimas do grupo eram idosos, que acabavam se deixando levar pelo vício e perdiam todos os bens no jogo. “Tivemos relatos de perdimento de casas em função de apostas e mais apostas sem fim”, revela o delegado.

De acordo com a polícia, podem ocorrer novas diligências futuramente visando localizar outros suspeitos de envolvimento no esquema.

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PLANTÃO POLICIAL

PC indicia quatro envolvidos em mortes de advogados em Goiânia; Vídeo

De acordo com a PC, os suspeitos exerceram papéis de executor, intermediários e de mandante no crime

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A Polícia Civil (PC), através da Delegacia de Investigações de Homicídios (DIH) indiciou quatro pessoas pelos assassinatos dos advogados Marcus Aprigio Chaves, de 41 anos e Frank Alessandro Carvalhaes de Assis, de 47, no dia 28 de outubro, mortos em escritório no Setor Aeroporto em Goiânia. Conforme a PC, os indiciados, de acordo com as investigações exerceram papeis de executor, intermediários e de mandante; este último identificado como Nei Castelli.

A PC diz que “todas as circunstâncias do crime foram devidamente elucidadas e não há mais diligências a serem produzidas”. O inquérito já foi remetido ao Ministério Público de Goiás (MP-GO) na última terça-feira (1°) e, agora, fica a este a incumbência de oferecer ou não denúncia aos envolvidos.

 

Relembre o crime

O crime ocorreu no dia 28 de outubro, no escritório dos advogados localizado no Setor Aeroporto, em Goiânia. De acordo com as investigações, Nei Castelli teria contratado dois pistoleiros por R$ 100 mil para cometerem os homicídios.

As investigações apontam que o crime foi cometido porque as vítimas conquistaram em novembro do ano passado, na justiça, ação de reintegração de posse de uma propriedade rural em São Domingos, no Nordeste Goiano, atualmente ocupada por familiares do fazendeiro. Propriedade está avaliada em quase R$ 50 milhões.

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Nei Castelli foi o último suspeito de envolvimento no crime a ser detido. Outras três pessoas já haviam sido presas por participação no duplo homicídio. Um dos quatro suspeitos morreu em confronto com a Polícia Militar do Tocantins (PM-TO).

Na última segunda-feira (30), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) indeferiu liminarmente o Habeas Corpus impetrado em favor de Nei Castelli. A decisão foi do ministro Humberto Martins. Essa foi a segunda negativa da Justiça para a soltura do fazendeiro. No último dia 20 de novembro, foi a vez do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) negar a liberdade do suspeito. Veja o vídeo quando Castelli chegou, após ser preso, na Delegacia da PC em Goiânia:

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