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Pastor é preso por suspeita de abusar sexualmente de três crianças em Anápolis

As vítimas, com idades entre 8 e 12 anos, relataram aos familiares os abusos que vinham sofrendo por parte do líder religioso.
Pastor é preso por suspeita de abusar sexualmente de três crianças em Anápolis. Foto: Divulgação/PCGO

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Homem de 53 anos, que atuava como pastor e fundador de igreja evangélica, foi detido na região de Porangatu após investigação da Polícia Civil de Goiás.

As vítimas, com idades entre 8 e 12 anos, relataram aos familiares os abusos que vinham sofrendo por parte do líder religioso. Segundo a delegada responsável pelo caso, Aline Lopes, o suspeito se aproveitava do cargo de pastor para se aproximar das crianças e conquistar a confiança das famílias.

De acordo com as investigações, os crimes ocorriam em diferentes circunstâncias: durante visitas às residências das vítimas, em datas comemorativas e até durante velórios de familiares. O homem é pastor evangélico da igreja que as famílias frequentavam, templo religioso que ele mesmo fundou.

Após as famílias tomarem conhecimento dos relatos das crianças e confrontarem o suspeito, ele fechou a igreja, deixou Anápolis e passou a se esconder na região do entorno de Brasília. A delegada Aline Lopes informou que a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva ao Poder Judiciário “diante do risco desse homem fundar uma nova igreja e fazer até outras vítimas”.

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O pastor foi localizado em Mutunópolis após troca de informações entre a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) e o Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (GENARC) de Porangatu. A prisão foi cumprida na quarta-feira (29). O homem foi levado ao presídio de Porangatu e deve ser transferido para Anápolis.

O suspeito deve responder por três crimes de estupro de vulnerável, com pena prevista de 10 a 18 anos de reclusão para cada delito.

A divulgação da imagem e identidade do investigado encontra amparo na Lei nº 13.869/2019 e na Portaria nº 547/2021/DGPC, sendo autorizada por despacho fundamentado da Autoridade Policial responsável pelo inquérito policial. A medida visa ao interesse público e ao pleno esclarecimento dos fatos.

Foto: PCGO

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