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PC apura fraudes em licitações de obras públicas da Seduc

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A Polícia Civil (PC) divulgou ontem (07), os resultados da segunda fase da Operação Mákara, que investiga possíveis fraudes em processos licitatórios de obras públicas da Secretaria de Estado da Educação (Seduc). A suspeita é que empresários da área de construção civil, com a contribuição de servidores públicos, agiram durante oito anos. A PC também representou pelo afastamento de um servidor responsável pela área de fiscalização da Seduc. 

A apuração aponta que os empresários combinavam entre os valores que seriam apresentados nas licitações e, depois, convenciam os servidores a ajudá-los nas fraudes. “Começamos a investigar notas fiscais falsas que eram emitidas por um único grupo empresarial que realizava as obras. Após aprofundarmos em mais detalhes, verificamos de que o processo criminoso era bem mais amplo”, explicou o delegado Marcelo Aires, da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DOT).

Em maio, durante a primeira fase da operação, o governador Ronaldo Caiado exonerou todos os servidores que as investigações apontavam envolvimento no esquema criminoso. A atual gestão da Secretaria da Educação colabora desde o início deste ano com as investigações. A pasta declarou apoio integral ao trabalho dos policiais.

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No total, foram realizados 17 mandados de busca e apreensão em Goiânia, Aparecida de Goiânia e São Luís de Montes Belos. Foram apreendidos computadores, telefones celulares, dinheiro e documentos que reforçam os indícios da prática criminosa. 

O Governo de Goiás declarou que é contrário a qualquer tipo de irregularidade que possa gerar desfalque ao erário. “Medidas de compliance, que vão combater e prevenir, ainda nas fases iniciais, qualquer ato de corrupção na administração pública, já está sendo implantadas em todas as secretarias de Estado”, e ainda afirmou que “nenhum ato que possa gerar prejuízos aos recursos públicos será tolerado pela atual gestão estadual”, defendeu.

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