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PC prende cinco suspeitos de matar homem investigado por elo no homicídio e estupro coletivo de jovem

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A Polícia Civil (PC) prendeu cinco suspeitos de assassinar um homem investigado como um dos responsáveis pelo estupro coletivo e morte da jovem Rafaela Martins Cardoso, de 18 anos, em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Conforme as investigações, eles espancaram Ivan Ferreira de Melo Filho e depois atiraram contra ele. Um sexto envolvido, já identificado, está foragido.

Foram detidos Matheus Fontenele de Oliveira, Bruno Santos de Miranda, Tiago Silva Penha, Gevison José Carlos e Filipe Pereira Galdino. A corporação afirmou que os presos ainda não possuem advogados, mas confessaram participação no homicídio durante depoimento.

De acordo com o delegado Cléber Martins, responsável pelo caso, Ivan foi assassinado na quinta-feira (7), um dia depois do corpo de Rafaela ser encontrado dentro da cisterna de uma chácara. Ele explica que os detidos eram conhecidos da jovem.

“Eles praticaram a execução como forma de vingança por ele ter praticado o estupro e o homicídio da Rafaela. Todos são conhecidos e próximos dela e resolveram fazer vingança com as próprias mãos”, disse Martins.

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Além de Ivan, a polícia já identificou outras cinco pessoas que teriam participado da morte de Rafaela. Dois homens e uma mulher foram presos. Uma menor e outro homem ainda são procurados.

 

Estupro e morte

A jovem desapareceu na madrugada de quarta-feira (6). Câmeras de segurança mostraram quando ela estava em um ponto de ônibus e foi colocada dentro de um carro. Ela teve o celular roubado e foi levada para uma chácara, onde ocorreu o abuso e a morte.

O corpo dela foi encontrado dentro da cisterna de uma chácara da qual um dos suspeitos era caseiro. Ela estava amarrada a uma mangueira. O delegado disse que, conforme a perícia, Rafaela foi estrangulada.

O delegado disse que apura se a motivação do crime tem elo com o irmão de Rafaela, que está preso por homicídio. Dois dos suspeitos foram reconhecidos pela vítima e teriam ficado com medo que ela relatasse o caso ao parente caso ficasse viva.

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