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PF chegou a Jovair porque seu comparsa armazenava conversas no e-mail

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Jovair Arantes caiu de cabeça na investigação que identificou um esquema de fraude de registros sindicais no Ministério do Trabalho.

Ao saber que a Polícia Federal incluiu no inquérito conversas dos integrantes da quadrilha no Whatsapp, o deputado se arvorou e decidiu trocar de aplicativo.

Certo de que a PF havia interceptado os diálogos virtuais, ele entrou para o Telegran, canal de bate-papo considerado mais seguro.

Jovair não sabe de nada.

A polícia só teve acesso aos segredos dos investigados porque um comparsa do parlamentar, Renato Araújo, preso durante a operação, guardava em seu e-mail as conversas do bando.

Em suma, a figura produziu provas não só contra si mesmo, mas contra seus cúmplices poderosos também.

A prudência sugere ao deputado abandonar o Telegram ou mudar as práticas.

Da Redação com Veja

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