A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte de Gabriel Ribeiro de Freitas, de 7 anos, filho do policial militar Wendel Paes Ribeiro, em Porangatu, no norte de Goiás. Segundo o delegado responsável pelo caso, Mário Moraes de Lemos, ainda há dúvidas a serem esclarecidas sobre a dinâmica do crime. “As investigações ainda estão muito no início, nós ainda não podemos dizer com certeza de onde veio o disparo e se foi ele mesmo que apertou o gatilho”, afirma.
A morte aconteceu no início da noite de quinta-feira (5). Ainda de acordo com Lemos, o menino estava na casa da avó onde se encontrou com dois primos, de 9 e 14 anos. De lá eles seguiram até a residência da vítima com o objetivo de pegar roupas para que eles pudessem ir até a casa de um tio. Na casa do garoto eles ficaram sozinhos, quando pegaram a arma do policial militar.
“Vamos apurar ainda se a arma chegou a passar de mão em mão entre os garotos. Algumas informações não estão batendo entre o que foi visto na cena do crime e o que os meninos falaram informalmente”, explica o delegado.
Mário Lemos ressalta que as circunstâncias da morte da criança só poderão ser totalmente esclarecidas após o resultado do lado do local de crime, que só deve ocorrer ao final da próxima semana. Além disso, os envolvidos só deverão prestar depoimento formal a partir de segunda-feira (9).
A Polícia Civil afirma que a arma é característica de uso policial, mas não confirma se o revólver pertence à Polícia Militar. Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da PM também não soube informar se a arma pertence à PM, mas explicou que o caso será investigado pela Corregedoria.
Informações G1








































