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Plantão Policial

Polícia Civil conclui investigações sobre a morte da jovem em procedimento de aborto clandestino, em Ceres

Consta dos autos que após a decisão em realizar o aborto, os investigados pegaram a vítima em um clube da cidade e foram para um motel, onde usaram o medicamento OCITOCINA
Foto tirada pelo dentista dentro do motel! Imagem borrada pra preservar a vítima Foto: PCGO

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A Polícia Civil do Estado de Goiás, por intermédio da Delegacia de Polícia de Ceres – 10ª DRP, concluiu as investigações nesta sexta-feira, dia 08/08/2025, referente a morte da vítima, GABRIELA PATRICIA DE JESUS SILVA, que acabou falecendo em razão de um procedimento de aborto consentido que resultou em sua morte, tendo como investigados a técnica de enfermagem M.F. M e o Odontólogo, R. M. F, este o possível pai da criança que a vítima esperava e aquela atual namorada do investigado.

Consta dos autos que após a decisão em realizar o aborto, os investigados pegaram a vítima em um clube da cidade e foram para um motel, onde usaram o medicamento ocitocina, que teria sido manipulado em cápsulas, para uso oral, em seguida diluíram o medicamento em soro e aplicaram de forma intravenosa na vítima que após alguns minutos já começou a passar mal, apresentando convulsões e desfalecendo e depois foi levada para UPA de Ceres, onde já chegou em parada cardiorrespiratória, em seguida foi reanimada após 20 minutos de manobras de ressuscitação.

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As informações apontam que após tomar conhecimento da gravidez, a vítima e o investigado decidiram praticar o aborto e então passaram a pesquisar medicamento abortivos e até tentaram adquirir o medicamento cytopec e não conseguiram e depois pesquisaram o medicamento ocitocina e constataram que esse medicamento também tem a função de provocar aborto.

Medicamento usado

Diante dos fatos o investigado R.M.F, fez o pedido de uma fórmula com 30 cápsulas de Ocitocina de uso oral e de posse dessa medicação acompanhado da atual namorada e técnica de enfermagem M.F.M e da vítima foram para o MOTEL, onde diluíram capsulas de ocitocina em 100 ml de soro e aplicaram na forma intravenosa na vítima o que resultou em sua morte.

Durante as investigações foram ouvidos os policiais militares que atenderam a ocorrência, funcionários do motel, profissionais de saúde que trabalhavam na UPA de Ceres, familiares da vítima, bem como foram enexados aos autos documentos médicos da vítima, laudos pericias, exame cadavérico e relatório de extração dos dados dos aparelhos celulares dos investigados e da vítima.

Diante de todos os elementos produzidos, os investigados foram indiciados pelos crimes de aborto com consentimento e homicídio com dolo eventual, previstos nos artigos 126 e 121 §2º Inciso III combinado com artigo 18 Inciso I, todos do Código Penal. Pois as investigações apontam que os investigados são profissionais de saúde e sabiam dos riscos do uso inadequado de medicamentos e mesmo assim aplicaram na vítima medicação de uso oral na forma intravenosa, agindo assim, assumiram o risco de matar a vítima.

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