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Prefeitura de Goianésia assina contrato para construção da Usina de Energia Solar

Goianésia se torna a segunda cidade do Brasil a investir na tecnologia, ficando atrás, somente, de Uberaba, Minas Gerais,

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A Prefeitura de Goianésia assinou nesta segunda-feira (17), o contrato para início da construção da Usina de Energia Solar do município. A tecnologia, limpa e sustentável, foi possível graças à parceria público/privada engendrada ainda durante a gestão do ex-prefeito, Renato de Castro, atual presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), que também participou da solenidade.

Com a implantação da Usina de Energia Solar, Goianésia se torna a segunda cidade do Brasil a investir na tecnologia, ficando atrás, somente, de Uberaba, Minas Gerais, pioneira na instalação. A inovação promete a geração de energia por meio renovável e não poluente, garantindo sustentabilidade ambiental, por não agredir a natureza em sua produção. Quando estiver em funcionamento – estimado em aproximadamente um ano – os gastos com a energia convencional irão diminuir, economizando assim dinheiros dos cofres públicos do município.

“Serão investidos recursos na ordem de R$ 6 milhões com a construção da usina de energia solar, isso significa uma economia de R$ 1,2 milhões/anuais em energia convencional (que deixará de ser gasta) permitindo que este dinheiro seja transformado em investimentos noutras áreas importantes para a população”, explicou o prefeito Leonardo Menezes.

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O sucessor de Renato de Castro agradeceu o ex-prefeito pelo seu olhar visionário, fazendo menção à inspiração do bisavô e fundador de Goianésia, Laurentino Martins Rodrigues, pelo olhar futurista e ousado, fazendo a cidade sair na frente em mais uma novidade que reflete positivamente na vida da população.

“Todo mundo quer energia boa e barata, e principalmente, não poluente” afirmou o presidente da Codego ao parabenizar o município pela assinatura do contrato.

De acordo com Renato de Castro, Goianésia abre a porteira para que outras cidades do Estado de Goiás também possam implantar a tecnologia, que possui impactos diretos na economia, haja vista, a falta de energia para atender todo o país: “Um projeto como este, coloca os municípios brasileiros na condição de que também podem implantar o mesmo sistema e contribuir na geração de eletricidade, poupando as hidrelétricas e colaborando para a diminuição dos prejuízos ao meio ambiente”, afirmou.

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