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Rede Globo: 50 anos de plim-plim

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Em meados dos anos 1960, o jornalista Roberto Marinho era um senhor de meia idade, dono de um jornal importante e de uma estação de rádio de grande popularidade. Em um contexto assim, a maioria estaria pensando em gozar uma confortável aposentadoria. Mas ele, não. No dia 26 de abril de 1965, doutor Roberto fez o lance mais ousado de sua longa carreira de empresário da comunicação. Entrava no ar a TV Globo Rio de Janeiro, canal 4. Ainda não uma rede nacional, mas a semente de algo que mudaria para sempre não só sua área de atuação, mas muitas outras em que influiu ao longo de meio século.

Em sua história, a Globo consolidou-se como uma das maiores redes de televisão do mundo. A partir de 1969, pelo sistema Embratel, a emissora alcançou praticamente todo o território nacional por intermédio de suas afiliadas. Nesse ano, chegou a Goiás com a parceria estabelecida com a TV Anhanguera, emissora que havia sido fundada em 1963. Uma estratégia de expansão que fez da Globo um império, unindo o País em torno da TV, disseminando sotaques e comportamentos, pautando debates e hábitos do público.

A Globo já foi amada e odiada, elogiada e contestada, incorreu em erros e acertos. O que é inegável, porém, é que a emissora contribuiu para formar uma identidade nacional ao levar ao ar os muitos contornos culturais do País. Com uma teledramaturgia reconhecida mundialmente, um jornalismo poderoso e uma programação de entretenimento que mobiliza multidões, a Globo criou ídolos, acompanhou a história e chega ao seu cinquentenário líder de audiência e com muito o que mostrar. É uma trajetória feita de talentos únicos, momentos inesquecíveis, risadas eternas, ocasiões dramáticas e cenas e personagens que se integraram ao imaginário de todo um País e seu povo.

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