Em 2024, o Brasil registrou 374,7 mil ocorrências de roubos de celular, apresentando uma queda em comparação aos anos anteriores. Durante a semana, os dias úteis representam 15% dos casos diários, com um aumento significativo entre 18h e 23h, período em que 41% dos delitos são cometidos. A maioria dos roubos, cerca de 80%, acontece em vias públicas, enquanto os restantes 20% são divididos entre estabelecimentos financeiros, residências e transportes públicos.
Diferentemente dos roubos, os furtos de celulares têm maior incidência aos sábados (18%) e domingos (16%). No total, em 2024, foram contabilizados 476,1 mil furtos, uma diminuição em relação aos 514,1 mil registrados em 2023. As vias públicas são os locais mais frequentes para esses crimes, representando 43,7%, seguidas por comércios (14,6%), residências (12,8%) e transporte público (11%).
Entre as vítimas de roubo, 59% são homens, com destaque para a faixa etária de 20 a 29 anos, que corresponde a 28%. Nos furtos, a distribuição de gênero é mais equilibrada, mas os jovens de 20 a 29 anos ainda são os mais afetados, somando 23,9%. As marcas de celulares mais visadas incluem Samsung (37,5%), Apple (24,3%) e Motorola (22,7%).
Os estados que lideram em roubos são Amazonas (533,1 roubos por 100 mil habitantes), Amapá (345,5) e Rondônia (340,2). Em relação aos furtos, o Distrito Federal (477,3), Amapá (363,8) e São Paulo (331,3) têm as maiores taxas. A taxa de recuperação de aparelhos varia consideravelmente: no Piauí, recupera-se 1 aparelho a cada 2,7 casos, enquanto na Bahia essa proporção é de 1 a cada 30,4.
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