Vale do São Patrício

Rubi S.A de Rubiataba se prepara para safra recorde em 2024

Usina investiu em sistema de pesagem, armazenamento e embarque de açúcar.

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Rubi S.A de Rubiataba se prepara para safra recorde em 2024. Fotos: Divulgação

A Rubi S.A., unidade bioenergética localizada em Rubiataba, no Vale do São Patrício, Goiás, investiu significativamente no sistema de pesagem, armazenamento e embarque de açúcar para suportar um aumento na produção. Foram investidos quase R$ 2 milhões, sendo R$ 817 mil destinados à readequação do envase de açúcar e R$ 1.113.116,53 na ampliação do armazém de produção.

As melhorias foram implementadas em decorrência do planejamento para uma produção recorde de açúcar prevista para esta safra de 2024. O objetivo é aumentar a produção em 12% em relação à safra anterior, que registrou pouco mais de 2,7 milhões de sacos. A previsão para a produção de açúcar nesta safra é de 3 milhões de sacos.

A usina investiu em um sistema que simplifica a operação e possibilita mais agilidade:

  • Balança suspensa com esteira de big bag: Permite fácil e correta leitura, independentemente do posicionamento do operador, além de proporcionar agilidade no envase e no manuseio de vários big bags sequenciados. Anteriormente, o processo de manuseio de big bags era dificultado, pois era realizado por meio de pistões que empurravam uma plataforma corrediça, retornando-a à posição de envase. Agora, o processo é contínuo, realizado em uma esteira, comportando até cinco big bags em sequência.
  • Peneira de açúcar: Maior capacidade de peneiramento. Foi instalado outra peneira para aumentar a capacidade de produção e também para garantir uma reserva, isto é, um backup. 
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O espaço de armazenamento foi expandido em 390m², alcançando um total de 1290m², proporcionando melhorias significativas na movimentação de máquinas, área de quarentena e outras atividades essenciais. Além disso, foram instalados três portões automáticos para facilitar o acesso e a logística interna.

O embarque também recebeu melhorias significativas, incluindo a construção de um corredor coberto de 72 metros de comprimento, com fechamento lateral, e acesso por meio de três portões, sendo dois deles automáticos. Agora, o carregamento é realizado através de docas específicas. De acordo com o gerente industrial da usina, Ricardo Andrade, o sistema de expedição da produção de açúcar apresentava complexidades logísticas que representavam um gargalo para uma produção mais elevada.

“Decidimos simplificar as operações, reduzindo tanto o esforço dos operadores quanto o desgaste das máquinas. As melhorias mencionadas visam diminuir a necessidade de manutenção das máquinas, uma vez que os trajetos de trabalho foram encurtados de forma geral. Além disso, o espaço foi completamente coberto para protegê-lo contra as intempéries, como chuva, sol e poeira. Este investimento representa um aumento significativo na capacidade de produção da unidade, proporcionando condições de trabalho mais seguras, ergonômicas e saudáveis para os operadores,” pontua.

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Mais melhorias

A Rubi S.A. continua a aplicar recursos em sua planta, com o objetivo de modernizar, expandir a produção e facilitar as operações. Além dos investimentos mencionados anteriormente, foram realizados adicionais, como a pavimentação em torno de todo o armazém de produção e da fábrica de açúcar, a aquisição de uma nova centrífuga de açúcar e a implementação de um novo sistema de sulfitação via multijato.

“A unidade busca atender às exigências das certificações de qualidade, alinhando-se com seu planejamento de produção e priorizando o bem-estar operacional de todo o sistema”, conclui o gerente.

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ECONOMIA

Turismo ajudará retomada econômica do Rio Grande do Sul, diz ministro

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A atividade turística tem condições de ajudar o Rio Grande do Sul a recompor sua economia, em especial com os três aeroportos, novos ou ampliados, que vão operar em áreas de grande apelo turístico, disse o ministro do Turismo, Celso Sabino, a participar nesta quarta-feira (19) o programa Bom Dia, Ministro, produzido pelo Canal Gov da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). “Estamos muito esperançosos e dedicados em fazer com que essa atividade econômica seja a locomotiva que vai puxar a retomada do desenvolvimento econômico no Rio Grande do Sul”, afirmou.

Segundo ele, há uma expectativa de que, com a recuperação das áreas afetadas pelas enchentes no estado, o turismo seja retomado, podendo ser ainda mais intensificado após a construção de um novo aeroporto próximo a Gramado. “Vamos sair dessa crise que foi causada por esses eventos climáticos no Rio Grande do Sul. Vamos sair maiores e melhores, com mais três aeroportos funcionando, novos ou ampliados”, destacou o ministro.

De acordo com Sabino, o ministério tem trabalhado bastante com a possibilidade da construção de novo aeroporto em Vila Oliva, distrito da zona rural de Duque de Caxias, a cerca de 20 ou 30 quilômetros de Gramado. “Estamos também trabalhando com ampliação do aeroporto de Canela e do aeroporto de Caxias. E não tenho dúvida que o aeroporto Salgado Filho vai voltar à operação com força total antes do que a gente estava imaginando”, afirmou.

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Ele lembrou que o “principal gargalo” do turismo, com as cheias que assolaram o estado, foi a inoperação dos principais aeroportos. “Principalmente o Salgado Filho, em Porto Alegre, que era o que recebia mais turistas direcionados às principais instâncias turísticas do Rio Grande do Sul, que são a Serra Gaúcha, Bento Gonçalves, Gramado e Canela”, acrescentou.

Não cancele, reagende

Celso Sabino disse que, entre os esforços do governo federal para fazer com que o turismo seja locomotiva da retomada do desenvolvimento econômico no estado, está uma campanha chamada “Não cancele, reagende”, para estimular futuras visitas ao Rio Grande do Sul.

“Estamos fazendo uma campanha para arrecadação de fundos financeiros para reconstrução da infraestrutura pública turística no Estado do Rio Grande do Sul, com vídeos promocionais dos atrativos turísticos do RS, em eventos de praticamente todo o Brasil. Há inclusive um QR Code para que as pessoas possam fazer doações para reconstrução da infraestrutura pública e turística do estado”, explicou.

O ministro destacou também algumas linhas de financiamentos, a juros baixos, de um fundo que será destinado à reconstrução da infraestrutura privada. “É um recurso que micro e pequenos empreendedores do turismo no estado podem adquirir a taxa de juros que começam a 3,5% ao ano. São recursos muito atrativos com muitas facilidades para se adquirir prazo de carência bem dilatado e um longo prazo para pagamento”.

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PEC das Praias

Durante o programa, Celso Sabino fez elogios a alguns pontos da chamada “PEC das Praias”, que estabelece novas diretrizes para propriedade e gestão dos chamados terrenos de Marinha – aqueles localizados em uma faixa de até 33 metros contados a partir da linha da maré alta.

A proposta teve seu texto aprovado em dois turnos na Câmara dos Deputados e está em discussão no Senado.

Na avaliação do ministro, a proposta é polêmica, mas apresenta alguns pontos positivos, como uma maior arrecadação para o poder público, geração de emprego e renda, bem como investimentos “em locais onde não existe nenhuma infraestrutura instalada”.

Fonte: EBC Economia

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