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Semana nacional de trânsito mostra avanços

Frederico Carneiro é secretário nacional de Trânsito do Ministério da Infraestrutura.

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Celebrada tradicionalmente no período de 18 a 25 de setembro de cada ano, a Semana Nacional de Trânsito reúne ações em todas as regiões do País com o objetivo de conscientizar todos os envolvidos no dia-a-dia do trânsito, sejam eles pedestres, ciclistas, passageiros, motociclistas ou motoristas.

Instituída pelo Código de Trânsito Brasileiro, a iniciativa retoma as atividades presenciais após o Brasil superar o período da pandemia de covid-19 e voltar à normalidade. As ações são amplificadas pelos mais diversos órgãos e entidades da União, Estados e municípios, buscando a conscientização da população quanto aos direitos e responsabilidades para um trânsito mais seguro, cientes de que todos juntos podemos salvar milhares de vidas.

Nesse processo, é importante destacar as ações da Secretaria Nacional de Trânsito do Ministério da Infraestrutura voltadas à segurança do trânsito de nosso País. A primeira delas é a valorização do tema trânsito na agenda política nacional com a transformação do antigo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) à Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) do Ministério da Infraestrutura, fato que completa exatamente um ano nessa Semana Nacional de Trânsito 2022.

Nesse período, a Senatran intensificou o diálogo com todos os demais órgãos de trânsito do País, promovendo a articulação com a sociedade por meio de uma gestão participativa. Visitas a todas as unidades da Federação permitiram conhecer as realidades locais, possibilitando a promoção de ações para facilitar a vida do cidadão e trazer mais segurança em seus deslocamentos cotidianos.

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Uma grande transformação digital tem sido promovida nos serviços de trânsito. Reduziu-se a espera e a burocracia junto aos órgãos de trânsito, trazendo economia financeira e agilidade na prestação dos serviços. A Carteira Digital de Trânsito (CDT) é um dos principais avanços dessa diretriz do Governo Federal.

No aplicativo, o cidadão acessa a carteira de motorista e o documento do veículo e ainda pode recorrer de multas, vender seu veículo ou usar diversos outros serviços de forma prática e eficiente. A mais recente novidade é o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), que possibilita a premiação da boa conduta de motoristas que não cometeram infração de trânsito nos últimos 12 meses. São diversas as possibilidades: descontos e isenção de taxas, condições especiais para locação de veículos, contratação de seguros, tarifas menores de pedágio e estacionamento.

Ao mesmo tempo que trabalha pela educação e pela modernização de serviços no Brasil, a Senatran participa ativamente dos fóruns globais sobre segurança viária. Destaca-se a recente aceitação do Brasil como membro pleno do Fórum Global sobre Segurança Viária da Organização das Nações Unidas. Na ONU, inclusive, o País pode apresentar ao mundo a sua estratégia nacional para a promoção da segurança do trânsito por meio do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões de Trânsito (Pnatrans).

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O plano tem o objetivo de salvar 86 mil vidas até o fim de 2028 e está alinhado às metas das Nações Unidas para a Segunda Década de Ações para a Segurança no Trânsito, bem como aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Suas ações, metas e indicadores, baseiam-se nos princípios de Visão Zero e sistemas seguros, segundo os quais o ser humano comete erros, porém não é de forma alguma aceitável que isso resulte em morte ou lesão de qualquer pessoa. A busca pela integração de ações e de sinergia entre todos os atores do nosso trânsito, sejam eles governamentais ou não, tem objetivos bem claros: juntos salvar cada vez mais vidas no trânsito e almejar atingir o único número de mortes de trânsito aceitável, o zero!

Frederico Carneiro é secretário nacional de Trânsito do Ministério da Infraestrutura

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ARTIGO

Exército para que?

É verdade que quando os generais permitiram que os técnicos responsáveis pela guerra eletrônica falassem, observaram que o desligamento dos sensores biométricos poderia indicar ao software malicioso que a urna pode estar em teste e desligaria a alteração dos resultados, algo que os “experts” do TSE e das universidades não pensaram.

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Estudei na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), na primeira metade dos anos 1980. A Biblioteca da universidade era fantástica, com toda a sorte de livros e revistas. Uma das revistas tinha um colunista que escrevia sobre Cibernética, nada a ver com braços mecânicos e assemelhados, mas sobre Teoria dos Jogos, Estatística e Teorias de Guerras, algo que nossos militares deveriam estudar e muito para não demonstrar o amadorismo que testemunhamos com muito pesar, como ultimamente na novela das Urnas Eletrônicas.

Primeira vergonha, o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira demonstrou que seus subordinados não têm capacidade de coletar informações disponíveis em meios públicos ao solicitar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acesso os códigos-fontes das urnas eletrônicas que estão disponíveis ao público desde outubro de 2021. Para piorar, classificou o ofício urgentíssimo. Realmente, uma desonra humilhante.

Segunda vergonha, o ministro da Defesa sugeriu ao TSE a realização de votação paralela em cédulas de papel no dia das eleições, como forma de testar a integridade das urnas. O eleitor que vota na urna sorteada seria convidado a preencher em papel seu voto e depositar em uma urna, mas o ingênuo general do Exército, que desconhece estatística, não entende que seu teste falharia se um eleitor não aceitasse participar ou outro que mentisse, votando diferente no teste.

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É verdade que quando os generais permitiram que os técnicos responsáveis pela guerra eletrônica falassem, observaram que o desligamento dos sensores biométricos poderia indicar ao software malicioso que a urna pode estar em teste e desligaria a alteração dos resultados, algo que os “experts” do TSE e das universidades não pensaram. Curiosamente, quando eu e um colega do INPE da área de controle de órbita de satélites começamos a fazer um relatório para o TSE, pensamos nisso também.

Não que eu seja indiferente, mas não fiquei muito surpreso com essa demonstração de desconhecimento dos generais, afinal, eleição não é função constitucional de Força Armada e vemos que falharam na defesa da Pátria quando o coronavírus invadiu o Brasil e matou certamente mais de 700 mil brasileiros, incluindo o chefe da inteligência do Exército, ou seja, nossas Forças não estão preparadas para uma guerra bacteriológica.

E, agora, com o Putin ameaçando a Europa e os Estados Unidos com bombas atômicas, continuamos a ver nossas Forças nada fazendo, como se não existisse uma pequena probabilidade de uma guerra nuclear acontecer. Ou seja, estamos sem um plano de contingência para a catástrofe. Os deputados e senadores têm a obrigação de cobrar desses generais planos para enfrentar uma hecatombe nuclear. Sim, é verdade que isso é assunto militar e que os estrategos da nação deveriam estar preparados.

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Outro assunto que é dos militares é o controle de armas nas mãos dos civis. Dias atrás, o comandante do Exército disse não saber o tamanho do arsenal de caçadores, atiradores esportivos e colecionadores (CAC). Como? Quem colocará a Ordem para termos o Progresso neste país?

Mario Eugenio Saturno (cientecfan.blogspot.com) é Tecnologista Sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e congregado mariano.

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