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Três homens são presos suspeitos de furtar cofres de bancos, lotéricas e Correios em nove cidades de Goiás

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Três homens foram presos suspeitos de integrar um grupo especializado em furtos a bancos, lotéricas e Correios em Goiás. Segundo a Polícia Civil, em todas as ações, eles cortavam o sinal de telefonia da cidade para dificultar que fossem denunciados ou localizados.

“Eles cortavam o sinal de todas as torres e deixavam toda a população sem sinal para evitar a chamada policial e rastrear a comunicação deles”, explicou o delegado responsável pela investigação, Alex Vasconcelos.

Conforme as investigações, o grupo levava uma vida de luxo e tinha carros caros, como uma Toyota Hilux e um Hyundai Sonata, que foram apreendidos. Eles também vivam em casas com conforto e gastavam com viagens.

Os policiais prenderam o empresário Silomar Geremias de Lima, de 30 anos, apontado como líder do grupo, Johnatan de Souza Silva, 29 anos, e Geducie Gomes da Silva, de 32. Outros três integrantes do grupo foram presos em 6 de dezembro do ano passado, após furtar o cofre de uma agência em um posto de combustíveis de Abadia de Goiás. Apenas um participante do esquema está foragido.

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Vasconcelos disse ainda que todos confessaram participação nos furtos e serão indiciamos por Furto, associação criminosa, porte de armas de fogo e receptação de veículos roubados para cometer os crimes.

O grupo era investigado desde 2015. Desde então, eles cometeram cerca de 30 crimes. Só em 2017, eles agiram em Abadia de Goiás, Vianópolis, Mundo Novo, Jandaia, Ouro Verde de Goiás, Uruana, Faina e Itaguaru, Horizona.

De acordo com o delegado, todos os envolvidos já haviam sido presos em outras operações, mas acabaram soltos e voltaram a agir com novos parceiros. “A gente não divulga valores, mas posso dizer que é uma das quadrilhas mais bem sucedidas em relação a valores”, garantiu Vasconcelos.

A Polícia Civil contou com o apoio da Polícia Militar nas prisões. “Variações ações que praticaram, já prendemos mais de uma vez. A legislação é falha, a gente prende, polícia investiga, mas não ficam tempo presos, parecem que já estão acostumados a ser presos. Visamos levantar subsídios para que permaneçam mais tempo presos”, disse o capitão da PM Paulo Henrique Ribeiro.

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Segundo o militar, os três envolvidos presos nesta semana têm uma vida de luxo na Grande Goiânia. “As casas são boas, vivem bem, casas de luxo, eles esnobam dinheiro, ostentam, viajam”, afirmou.

 

 

G1

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