Vendas de usados cresce 22,6% em maio; Gol, CG e Strada dominam

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Honda CG 150 e CG 125 são as motos mais vendidas entre as usadas
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Honda CG 150 e CG 125 são as motos mais vendidas entre as usadas

As vendas de veículos usados estão na contramão dos resultados negativos enfrentados nos segmentos de 0km . De acordo com a Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), as vendas cresceram 22,6% em relação ao mês de abril. No acumulado do ano, o aumento foi de 16,3% em relação ao mesmo período de 2022.

Foram 1.274.333 unidades comercializadas no mês de maio, com média diária de 57.924 transferências. A maioria dos veículos comercializados é composta por seminovos, aqueles que têm até três anos de uso, modelos que responderam por 25,2% das vendas.

O que fica no ar é se as novas regras de barateamento dos carros 0km podem derrubar o segmento de seminovos e usados.

Segundo o presidente da FENAUTO, Enilson Sales, “todas as medidas e decisões que movimentam o mercado automotivo são sempre bem vindas e devem ser aplaudidas. Mas ressalto que ainda é cedo para avaliarmos o quanto as medidas anunciadas nesta semana pelo governo, poderão impactar nosso mercado, já que elas têm prazo de validade e um alcance limitado. O que podemos dizer, com certeza absoluta, é que quanto mais veículos zero km chegarem ao mercado, melhor será para o nosso segmento, pois assim se completa e se realimenta o ciclo da cadeia automotiva.”

No mês de maio, os veículos usados e seminovos mais comercializados foram:

Automóveis

Volkswagen Gol – 65.855 unidades

Fiat Uno – 36.893 unidades

Fiat Palio – 35.478 unidades

Comerciais leves

Fiat Strada – 27.610 unidades

Volkswagen Saveiro – 19.300 unidades

Chevrolet S10 – 13.853 unidades

Motos

Honda CG 150 – 69.370 unidades

Honda CG 125 – 31.732 unidades

Honda Biz – 31.400 unidades

Fonte: Carros

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Fomos à Serra Gaúcha conferir um Rally de motonetas clássicas

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Ainda bem cedo, os competidores se dirigem à largada. A temperatura esteve próxima do zero
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Ainda bem cedo, os competidores se dirigem à largada. A temperatura esteve próxima do zero

Neste último fim de semana fui até o Rio Grande do Sul acompanhar a terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Rally de Regularidade Histórica , promovido pela Federação Brasileira de Veículos Antigos – FBVA. A etapa chama-se Rally dos Vinhedos e é organizada pelo Veteran Car Club dos Vinhedos , sediado no município de Bento Gonçalves , na Serra Gaúcha.

Só o fato de estar em uma região tão bela, tão bem dotada pela natureza, já vale qualquer dificuldade em chegar, visto que fica no extremo sul do país, região que é bem conhecida pelas baixas temperaturas , especialmente no inverno. Mas é justamente isso que faz do lugar um destino tão desejado.

O Rally dos Vinhedos está comemorando sua décima edição, reunindo 129 veículos antigos e clássicos para um passeio cronometrado pelas estradas da região, passando por municípios como Bento Gonçalves, Garibaldi, Carlos Barbosa, Pinto Bandeira e Santa Tereza. O mais interessante foi a participação de 13 intrépidos pilotos de motonetas clássicas , que enfrentaram a temperatura de quase zero grau no momento da largada.

As motonetas cruzaram alguns centros urbanos durante o percurso
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As motonetas cruzaram alguns centros urbanos durante o percurso

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E mais, diferentemente dos automóveis, que têm um piloto e um navegador, que além de lhe fornecer a velocidade ideal para cada trecho também indica o caminho a ser seguido, no scooter o piloto faz sozinho todos os trabalhos.

Claro, sendo um rally de veículos antigos , essas motonetas, que atualmente são conhecidas por scooters , são de época, de um tempo quando ainda não tinham esse apelido.

Dos 13 participantes, 11 deles pilotavam Vespa nacionais dos anos 80, que eram fabricadas em Manaus, AM, pela Piaggio . Os outros dois pilotavam Lambretta Li 150 , fabricadas nos anos 60. Vespa e Lambretta eram (e são) eternos rivais nesse segmento dos veículos de duas rodas.

Um rally de regularidade , que também pode ser chamado de passeio cronometrado, avalia a capacidade do piloto em manter as médias de velocidade pré-estabelecidas, que figuram na planilha com o roteiro. Quanto mais próximo o tempo de passagem pelos vários pontos de controle distribuídos pelo percurso, menos pontos o participante perde. No final, quem perder menos pontos, de acordo com um regulamento complexo, vence a prova.

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Entre as motonetas, o vencedor foi André Sain, de Bento Gonçalves, pilotando (e navegando) a Vespa PX 200 1986 de número 21. André teve 78 pontos perdidos nessa etapa.

O vencedor André Sain, com sua Vespa PX 200 1986
Divulgação

O vencedor André Sain, com sua Vespa PX 200 1986

Em segundo lugar chegou Daniel Orso, também de Bento Gonçalves, com a Vespa PX 200 Elestart 1987 de número 24, com 84 pontos perdidos. Em terceiro lugar ficou Rodrigo Nenini, de Garibaldi, com a Vespa PX 200 1986 de número 22, com 123 pontos perdidos.

Fonte: Carros

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