Um vídeo de uma câmera de segurança mostra quando o aposentado Antônio Faria de Sousa de 90 anos, que era cadeirante, foi arremessado de uma van da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) que levava idosos de um abrigo para tratamento, em Goiânia. Ele morreu horas após o acidente. Uma das filhas do idoso acredita que houve algum erro por parte do motorista. A Polícia Civil (PC) já está investigando o caso.
https://youtube.com/shorts/gZtbPLtbsiM?feature=share
Relembre o caso
O aposentado Antônio Faria de Sousa de 90 anos, que era cadeirante, morreu após ser arremessado de uma van da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), que levava idosos de um abrigo para tratamento em Goiânia, conforme a filha da vítima, Maria Lúcia Pires Faria de 59 anos. A mulher acredita que o motorista não prendeu a cadeira de rodas do pai e, por isso, ele foi jogado para fora do veículo.
“Foi negligência. Ele foi arremessado da porta para fora da van em movimento. Nada vai trazer meu pai de volta, mas quero que eles tenham mais cuidado, mais cautela com os idosos”, disse Maria.
A OVG disse que “lamenta profundamente o ocorrido, prestou atendimento integral ao idoso e tem dado toda assistência necessária à família”. A organização disse ainda que o veículo utilizado está regularizado, é próprio para o transporte de cadeirantes e estava sendo conduzido por um motorista habilitado. A OVG disse que o caso está sendo apurado internamente.
O acidente foi nesta segunda-feira (3), na Avenida Ricardo Paranhos, no Setor Marista. A vítima foi levada para o Hospital de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (Hugo) em Goiânia, onde teve a morte confirmada às 22h30.
De acordo com a filha da vítima, o aposentado morava há 17 anos no Centro de Idosos Sagrada Família, que é do governo. No dia, ele estava sendo levado ao dentista pela van da OVG. Quando houve o acidente, ela diz que os funcionários do abrigo não repassaram muitas informações sobre o que tinha acontecido.
O aposentado Antônio Faria de Sousa de 90 anos, que era cadeirante, morreu após ser arremessado de uma van da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), que levava idosos de um abrigo para tratamento em Goiânia, conforme a filha da vítima, Maria Lúcia Pires Faria de 59 anos. A mulher acredita que o motorista não prendeu a cadeira de rodas do pai e, por isso, ele foi jogado para fora do veículo.
“Foi negligência. Ele foi arremessado da porta para fora da van em movimento. Nada vai trazer meu pai de volta, mas quero que eles tenham mais cuidado, mais cautela com os idosos”, disse Maria.
A OVG disse que “lamenta profundamente o ocorrido, prestou atendimento integral ao idoso e tem dado toda assistência necessária à família”. A organização disse ainda que o veículo utilizado está regularizado, é próprio para o transporte de cadeirantes e estava sendo conduzido por um motorista habilitado. A OVG disse que o caso está sendo apurado internamente.
O acidente foi nesta segunda-feira (3), na Avenida Ricardo Paranhos, no Setor Marista. A vítima foi levada para o Hospital de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (Hugo) em Goiânia, onde teve a morte confirmada às 22h30.
De acordo com a filha da vítima, o aposentado morava há 17 anos no Centro de Idosos Sagrada Família, que é do governo. No dia, ele estava sendo levado ao dentista pela van da OVG. Quando houve o acidente, ela diz que os funcionários do abrigo não repassaram muitas informações sobre o que tinha acontecido.
“Ligaram para a minha irmã falando que meu pai tinha caído e que tinha sido levado ao Hugo. Só quando a minha irmã chegou lá é que ficamos sabendo da gravidade. Queremos justiça”, enfatizou.
Segundo consta na certidão de óbito do idoso, ele sofreu choque neurogênico, trauma cranioencefálico, ação contundente e queda de altura. A família diz que, antes do acidente, ele era saudável e não tinha nenhum problema de saúde.
O caso foi registrado pela Polícia Militar (PM) que esteve no local do acidente. De acordo com o relato da ocorrência, o motorista falou que, ao fazer uma manobra na rotatória, Antônio sofreu a queda. Logo em seguida, o Corpo de Bombeiros foi acionado e levou a vítima ao hospital.
A família também registrou o caso na Polícia Civil (PC) e o caso é investigado pela Delegacia Especializada em Investigação de Crimes de Trânsito de Goiânia (Dict). O delegado Thiago Damasceno, da Dict, disse que a apuração já foi iniciada e que está confirmando, inicialmente, as informações relatadas no boletim de ocorrência.
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