Pesquisar
Close this search box.

Goiano faz tatuagem para salvar a vida

publicidade


Já parou para pensar em tatuar o corpo para salvar a sua vida? Um jovem goiano descobriu a longevidade fazendo isso. Uemerson Silva Sousa (32) soube que seu corpo não produz insulina alguma aos doze anos de idade, época que um médico do convívio da família estranhou algumas alterações no corpo do garoto e pediu que os tios, com quem ele morava, o levassem para fazer alguns exames.

O tipo 1 da doença, que Uemerson carrega no sangue há vinte anos, atinge entre 5 a 10% da população diabética. O tipo 2 é o mais popular, sendo que neste tipo o organismo apenas não produz a quantidade suficiente de insulina no corpo.

Desde a descoberta, a doença trouxe complicações para a vida do Técnico em Enfermagem e pai do Pedro Rangel, de três anos. Uemerson sofre questões que vão além da falta de produção de insulina pelo corpo. Por conta da doença crônica, o jovem sofre preconceito das pessoas que não o conhecem quando chega a passar mal em locais públicos, pensando até que ele está bêbado.

Leia Também:  Saúde lança ferramenta de suporte à decisão clínica para dengue no prontuário eletrônico do e-SUS APS

Uemerson sofre também com o descaso público e com a demora da liberação dos medicamentos. Por alguns insumos não constarem na lista do mandato de segurança que garante a ele o tratamento, Uemerson gasta do próprio bolso e conta com a ajuda dos pais para não ficar sem a medicação.

Medo

Uemerson teme passar mal em um local onde as pessoas não o conheçam e que o socorro não chegue a tempo, fazendo com que seu organismo queime maior concentração de neurônios, o que pode ser fatal e irreversível, segundo o jovem. “Eu entraria em coma e poderia ter sérias sequelas”, acrescenta.

Por esse motivo, o técnico em enfermagem, que nem sempre está dentro de um hospital a trabalho, resolveu tatuar a informação no local onde é aplicada a medicação nos momentos de emergência. “Marcado no sangue e agora na pele. Vivendo juntos, só que agora sou eu quem dito as regras.”, postou o jovem em uma rede social para mostrar a nova tatuagem aos amigos. “Quando a pessoa ver que estou passando mal, ela verá que se trata de uma doença”, finaliza.

Leia Também:  Dia do Trigo: crianças podem ter doença celíaca?

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade