Através de decisão judicial, a juíza Ana Paula de Lima e conforme pedido liminar do promotor de Justiça Tommaso Leonardi, o prefeito de Barro Alto, Luciano Batista de Lucena, teve bens bloqueados no valor de R$ 804.088,34, já o presidente da Câmara Municipal de Barro Alto, Maurício Assis Neves, que também responde ao processo, teve seus bens bloqueados em R$ 1.924.903, 53.
A medida busca um possível ressarcimento aos cofres públicos, já que foi constatado o pagamento indevido a Maurício Neves, que apesar de exercer o cargo de vereador, também recebia para ser fiscal arrecadador. Foi apurado pelo promotor de justiça do caso que os valores estavam sendo acumulados desde 2001, no primeiro mandato do vereador.
Também foi comprovada a participação do prefeito, ao cometer os crimes de improbidade administrativa e enriquecimento ilícito. O promotor do caso afirmou que foi verificado um acordo entre os funcionários e que o prefeito fazia “vista grossa” para a ilegalidade.
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