O acidente radiológico ocorrido em Goiânia em 13 de setembro de 1987 continua a ser lembrado como um dos maiores desastres do tipo fora de uma usina nuclear. A imprudência no manuseio de um aparelho de radioterapia abandonado resultou em quatro mortes confirmadas e deixou marcas indeléveis em centenas de pessoas.
Hoje, 38 anos depois, a cidade ainda carrega as cicatrizes daquele evento trágico. No entanto, o acidente também serviu como um divisor de águas, influenciando políticas de segurança radiológica em todo o mundo e destacando a importância do manejo adequado de materiais perigosos.
Recentemente, a Assembleia Legislativa de Goiás aprovou um projeto de lei que visa garantir atendimento contínuo e humanizado às vítimas do acidente, incluindo a inclusão de especialistas em psiquiatria na Junta Médica Oficial da Secretaria Estadual de Saúde. Essa medida busca mitigar as marcas físicas e psicológicas que muitas pessoas ainda carregam.
A tragédia do Césio-137 permanece como um lembrete importante da necessidade de protocolos rígidos e segurança adequada no manuseio de materiais radioativos, servindo como uma lição para prevenir futuros acidentes.
Você tem WhatsApp? Entre em um dos canais de comunicação do JORNAL DO VALE para receber, em primeira mão, nossas principais notícias e reportagens, clique aqui
JORNAL DO VALE – Muito mais que um jornal, desde 1975 – www.jornaldovale.com
Siga nosso Instagram – @jornaldovale_ceres
Envie fotos, vídeos, denúncias e reclamações para a redação do JORNAL DO VALE, através do WhatsApp (62) 98504-9192
















































