Goianésia acordou em luto nesta quarta-feira (22) com a morte de Heloísa Ribeiro Ramos, de apenas 7 anos, vítima de complicações da dengue. A tragédia, no bairro Muniz Falcão, expõe a fragilidade do combate ao mosquito Aedes aegypti em plena temporada de chuvas.
Tudo começou na tarde de terça (21), quando a criança chegou ao Hospital Municipal por volta das 17h, com febre alta, dores intensas e prostração – sinais clássicos da doença. Internada para monitoramento, Heloísa lutou pela vida durante a madrugada, mas seu quadro piorou rapidamente. Equipes médicas tentaram reverter o quadro, sem sucesso.
A comoção tomou conta da comunidade: vizinhos lotaram as redes sociais com mensagens de apoio à família e fotos da pequena, conhecida por sua alegria contagiante.
O caso impulsiona o pânico com a dengue no município, onde casos suspeitos disparam. Especialistas alertam: recipientes com água parada são o principal vilão. “Esvazie pratos de vasos, limpe calhas e use repelente. A prevenção salva vidas”, orienta a Secretaria de Saúde.
A população de Goianésia agora clama por ações urgentes das autoridades. A família de Heloísa recebe condolências de toda a cidade, mas o luto se transforma em cobrança coletiva por um verão sem mais vítimas.
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