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Com 202 mil hectares, fazenda em Goiás é avaliada em até R$ 30 bilhões

A propriedade possui pistas de pouso homologadas, o que permite o recebimento de aeronaves de grande porte e facilita o deslocamento de empresários, técnicos e fornecedores.
Com 202 mil hectares, fazenda em Goiás é avaliada em até R$ 30 bilhões. Foto: Reprodução

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Uma fazenda localizada na divisa entre Goiás e Tocantins vem chamando atenção do mercado imobiliário rural por ser anunciada por valores que chegam a cerca de R$ 26,1 bilhões, podendo alcançar até R$ 30 bilhões em algumas ofertas. A propriedade, identificada como Nova Piratininga, é apontada como uma das maiores e mais bem estruturadas fazendas do Brasil.

Com área total que ultrapassa 200 mil hectares, a fazenda reúne vocação para pecuária e agricultura em larga escala. Segundo as informações divulgadas, cerca de 70% da área já está formada em pastagens, enquanto os 30% restantes são considerados agricultáveis, o que amplia o potencial produtivo do imóvel.

A infraestrutura é um dos principais atrativos. O local conta com casa-sede de alto padrão, moradias para funcionários, currais modernos, barracões de armazenamento, fábrica de ração própria e laboratórios voltados para inseminação, atendimento veterinário e análise de solo. A propriedade também tem energia trifásica em toda a extensão, o que reforça a estrutura operacional.

Na atividade pecuária, a fazenda é descrita com capacidade para comportar entre 100 mil e 120 mil cabeças de gado, além de um confinamento preparado para até 30 mil bois. O site oficial informa ainda que o projeto é reconhecido pelo melhoramento genético e pela fertilidade do rebanho, com foco nas raças Nelore e Angus.

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Outro diferencial está na logística aérea. A propriedade possui pistas de pouso homologadas, o que permite o recebimento de aeronaves de grande porte e facilita o deslocamento de empresários, técnicos e fornecedores. Em um empreendimento desse tamanho, esse tipo de estrutura é visto como um ativo estratégico.

Além da pecuária, a Nova Piratininga também aposta na agricultura e na produção de alimentos em escala. As informações publicadas pela própria fazenda indicam expansão no cultivo de soja e milho, com integração lavoura-pecuária e uso da produção para sustentar parte da operação interna.

A área produtiva inclui ainda frigorífico de bovinos, estrutura para processamento de peixes e produção em larga escala de pirarucu, além de espaços destinados ao lazer, como piscina, campos de futebol, restaurante e áreas de convivência. O conjunto reforça o perfil de megapropriedade voltada a produção, gestão e permanência de equipes no local.

O anúncio bilionário ajuda a dimensionar o peso econômico e simbólico da fazenda, mas também levanta dúvidas sobre a efetiva liquidez desse tipo de patrimônio no mercado rural brasileiro. Em reportagens recentes, a propriedade já foi tratada como referência de grande escala e até como uma espécie de vitrine do agronegócio de alta performance.

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