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Plantão Policial

Empresária é morta a facadas após cobrança de dívida de R$ 400 em Águas Lindas de Goiás

O principal suspeito, identificado como Breno César de Sousa Rodrigues, e a companheira dele, Maria Clara Noronha de Oliveira Miranda Carvalho, estão foragidos.
Empresária é morta a facadas após cobrança de dívida de R$ 400 em Águas Lindas de Goiás. Foto: Reprodução

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Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que a empresária Rebeca Sousa de Melo Moura, 29 anos, foi morta a facadas durante uma discussão motivada por uma suposta dívida de pouco mais de R$ 400, na noite de sexta-feira (3), no Jardim Guaíra, em Águas Lindas de Goiás (Entorno do DF). O principal suspeito, identificado como Breno César de Sousa Rodrigues, e a companheira dele, Maria Clara Noronha de Oliveira Miranda Carvalho, estão foragidos.

As imagens mostram Rebeca chegando ao imóvel onde ocorreu a cobrança, conversando com os suspeitos. Em seguida, ela sai correndo já ferida em direção à calçada, enquanto os agressores passam a atacar a irmã da vítima, Brenda Kate, que também foi atingida por golpes de faca na cabeça, mas sobreviveu.

Segundo o delegado Vinícius Máximo, policiais encontraram Rebeca sem sinais de vida ao chegar ao local. Brenda prestou os primeiros depoimentos e relatou que Breno teria ido à residência para cobrar o valor que seria referente à compra de cocaína feita por um irmão das vítimas. Rebeca disse não ter o dinheiro e chegou a oferecer um celular como pagamento; o suspeito recusou, quebrou o aparelho e exigiu a quantia em dinheiro.

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Ainda conforme a investigação, ao tentar recuperar o celular, Rebeca foi atingida por duas facadas que lhe causaram a morte. Em seguida, Breno tentou matar Brenda, que se defendeu com uma cadeira e conseguiu escapar com ferimentos. O delegado afirma que, durante toda a ação, Maria Clara teria incentivado o companheiro a matar as vítimas, dizendo que “quem não paga tem que morrer”.

A Justiça decretou a prisão preventiva de ambos, mas eles permanecem foragidos. Breno já respondia por outro homicídio e usava tornozeleira eletrônica, que havia sido rompida dias antes do crime; ele também era procurado pela quebra do equipamento.

A polícia pede que qualquer informação sobre o paradeiro de Breno e Maria Clara seja repassada ao Disque-Denúncia do Grupo de Investigações de Homicídios. O anonimato é garantido. De acordo com a investigação, o crime foi cometido na presença do filho de Rebeca, fato que agravou o trauma da família.

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