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Último pedido de abraço é negado a jovem sentenciado à prisão perpétua na Flórida

Segundo a acusação, Thomas e um cúmplice abordaram a vítima e duas amigas com um carro em Cape Coral, em uma tentativa de assalto que resultou na morte de Kayla.
Último pedido de abraço é negado a jovem sentenciado à prisão perpétua na Flórida. Foto: Reprodução Court TV

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Visivelmente abalado, Thomas Stein, condenado à prisão perpétua nesta sexta-feira (10), teve negado pelo juiz o pedido de um último abraço em sua família antes de ser levado sob custódia. Aos 18 anos, Stein foi considerado culpado pelo assassinato a tiros de Kayla Rincon‑Miller, 15, ocorrido em março de 2024.

Kayla Rincon‑Miller. Foto: Reprodução

“Se eu pudesse lhe pedir apenas uma coisa, antes de sair do tribunal, se eu pudesse dar um abraço na minha família, se o senhor permitiria?”, disse Thomas durante a audiência, em tom emocionado. O juiz Nick Thompson respondeu que permitiria despedidas, mas não contato físico: “Não posso atender a esse pedido aqui. Você pode se despedir, mas não pode ter nenhum contato físico”. Thomas acatou a decisão sem contestar.

Segundo a acusação, Thomas e um cúmplice abordaram a vítima e duas amigas com um carro em Cape Coral, em uma tentativa de assalto que resultou na morte de Kayla. A promotoria apresentou provas e testemunhos que, de acordo com o tribunal, demonstraram a participação direta de Stein no disparo que tirou a vida da adolescente. O caso teve grande repercussão local devido à idade da vítima e à violência do crime.

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Durante a sessão, familiares da vítima acompanharam o julgamento e, ao final, fizeram relatos emocionados sobre o impacto da perda. Representantes do Ministério Público destacaram a gravidade do ato e pediram pena máxima. A defesa alegou atenuantes e buscou reduzir a responsabilização do réu, mas o tribunal manteve a sentença de prisão perpétua.

Autoridades de Cape Coral não divulgaram imediatamente detalhes logísticos sobre a transferência de Stein para uma unidade prisional de segurança máxima. Procedimentos padrão determinam que, após a leitura da sentença, o condenado seja escoltado pela polícia para início do cumprimento da pena.

O caso reacendeu debates sobre segurança pública e violência juvenil na região, além de provocar manifestações de apoio à família de Kayla. Organizações locais que trabalham com prevenção da violência e com apoio a vítimas afirmaram que continuarão atuando para oferecer suporte às amigas e parentes da adolescente.

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