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Baldy só decide dia 6 se fica no ministério

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O goiano Alexandre Baldy só vai decidir se permanece no Ministério das Cidades até o fi­nal do governo Michel Temer ou se retorna à Câmara Federal para concorrer a reeleição em 6 de abril – data-limite para de­sincompatibilização, de acordo com a legislação eleitoral. “Não discuti esse assunto com nin­guém ainda. Por isso, surgem es­peculações de que vou ficar no ministério, vou sair”, disse Baldy a um aliado político.

Há uma semana, o ministro das Cidades filiou-se ao PP, em ato organizado pelo presidente nacional do partido, senador Ciro Nogueira, em Brasília. Baldy esta­va sem partido desde que foi des­ligado pelo Podemos, logo após assumir a cadeira na Esplanada dos Ministérios.

Baldy, que está licenciado da Câmara Federal, ouve conselhos de lideranças políticas do PP e de outros partidos para não deixar o cargo, transferido para 2022 o projeto eleitoral de disputar o go­verno de Goiás. Ficaria, entretan­to, sem mandato.

Correligionários goianos, no entanto, recomendam a desin­compatibilização a Alexandre Baldy, para que possa, este ano, concorrer a novo mandato à Câ­mara Federal ou mesmo inte­grar a chapa majoritária da base do governador Marconi Perillo como candidato a vice-governa­dor de José Eliton (PSDB).

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A possibilidade de permane­cer na Esplanada dos Ministérios foi noticiada pelo blog Coluna do Estadão, que informou que Ale­xandre Baldy teria comunicado ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, de sua intenção. De acor­do com o blog, o ministro goiano poderia lançar sua esposa, Luana Baldy, ou seu irmão, Joel Sant’An­na Braga Filho, à Câmara Federal.

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