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Cinco são presos suspeitos de explodirem bancos em quatro cidades goianas

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No último final de semana, cinco suspeitos de integrar uma quadrilha que explodiu caixas eletrônicos em quatro cidades goianas foram presos por agentes do Grupo Anti Roubos a Bancos (GAB), da Deic, e militares do Serviço de Inteligência do Batalhão de Operações Especiais (Bope).

As prisões ocorreram em Luziânia e, segundo a Polícia, quando flagrados, os criminosos, que agiram também no Pará e na Bahia, se  preparavam para atacar uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF), em Novo Gama, Goiás.

Frederico Mariano da Silva, de 33 anos, o “Derico”, segundo o delegado Alex Vasconcelos, chefe do GAB, da Deic, era quem comandava a quadrilha. Além dele, os policiais prenderam Joeliton Ribeiro Pereira, o Neguinho, de 28 anos, Fernando Rocha da Silva, de 29 anos, Erivaldo José Mariano, de 40 anos, e Luiz Fernando da Silva Mattos, de 19 anos.

“Cada um tinha uma função específica na quadrilha, sendo que o Fernando era quem trazia, do Piauí, em ônibus de turismo, os explosivos, enquanto que o Luiz Fernando era quem escolhia as cidades e agências bancárias a serem atacadas, e também contratava criminosos da região para ajudarem na ação e fuga. Já o Derico, além de chefe, era quem providenciava as armas e roubava os carros, tanto que, quando foi preso, nós encontramos, com ele, uma camionete roubada e uma pistola”, relatou o titular do GAS da Deic.

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Fato que chamou a atenção dos policiais durante as investigações foi que um dos presos, Erivaldo, trabalhava em uma farmácia que teve um caixa eletrônico explodido pela quadrilha. “Não temos dúvidas de que foi ele quem repassou todas as informações para os demais comparsas, e descobrimos ainda que, quando foram presos, os cinco agora apresentados já estavam com tudo pronto para agir nos próximos dias em Novo Gama”, concluiu.

Até agora, a polícia já apurou que a quadrilha atacou bancos em duas oportunidades em Luziânia, uma em Damianópolis, outra em Bonfinópolis, e a última em Orizona, além de terem agido também em Itauera, no Piauí, e nas cidades baianas de Cristópolis, Desirédio, e Ibotirama.

Além de responderem pelo ataque à agência de Orizona, que motivou a decretação da prisão preventiva dos cinco suspeitos, eles também foram autuados em flagrante por receptação, associação criminosa, e porte ilegal de arma de fogo.

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