Deltacron: OMS confirma existência de variante que combina ômicron e delta
Cientistas da França, forneceram pela primeira vez evidências sólidas da existência de uma cepa do novo coronavírus que combina as variantes delta e ômicron. Os pesquisadores, contundo, não acreditam que isso seja motivo de preocupação. Os virologistas franceses enviaram a sequência genômica completa ao banco de dados internacional de covid-19, confirmando a nova cepa oficialmente.
Um caso de deltacron foi registrado em Soissons, norte da França, e outros são suspeitos na Dinamarca e Holanda.

A perspectiva de uma cepa combinando duas das versões mais potentes do coronavírus até agora pode parecer assustadora, principalmente porque a delta era mais grave do que outras e a ômicron, altamente infecciosa. Mas os cientistas enfatizam que agora há imunidade substancial na população humana contra ambas as variantes, então não há razão para pensar que isso representaria um risco maior.
De acordo com a análise do código genético da “deltacron”, sua “espinha dorsal” é derivada da variante delta, enquanto seu pico – a parte do vírus que se liga às células humanas – é da ômicron. Os vírus recombinantes surgem quando um paciente é infectado com duas variantes ao mesmo tempo, e a combinação ocorre quando suas células se replicam juntas.
Autoridades de saúde do Reino Unido dizem que a variante não está ligada ao aumento de casos e internações hospitalares no Reino Unido na semana passada. Os recombinantes eram “esperados, especialmente com intensa circulação de ômicron e delta”.
Essas são as dicas do Dr. Fabiano Santana Moura. Otorrinolaringologista. Atende no Centro Clínico e Diagnóstico São Pio X. Fone: 3307-1505 / WhatsApp (62) 9962 6052
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