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Dicas de saúde com Dr. Fabiano Moura

Dr. Fabiano Moura

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Vacina contra a Covid-19

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) prevê que as primeiras doses da vacina da Universidade de Oxford contra a Covid-19 devem ser aplicadas no Brasil até março de 2021.

A expectativa é que a produção seja iniciada pela Fiocruz em janeiro ou fevereiro. Todo trabalho será acompanhado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Assim, temos a esperança de que possamos ter no primeiro trimestre de 2021 esse processo de imunização.

Em setembro, a Fiocruz assinou contrato de encomenda tecnológica com a farmacêutica AstraZeneca para produzir 100 milhões de doses da vacina desenvolvida em Oxford, Inglaterra, principal aposta do presidente Jair Bolsonaro.

A AstraZeneca detém os direitos de produção, distribuição e comercialização da vacina. O Governo Federal abriu crédito extraordinário de R$ 1,9 bilhão para viabilizar a produção e a aquisição das doses do imunizante pela Fiocruz.

Em setembro, a fase 3 da testagem da vacina havia sido interrompida temporariamente em todo o mundo, após a identificação de uma doença neurológica grave, chamada mielite transversa, em uma voluntária no Reino Unido. Os testes foram retomados após a constatação de que a doença não tinha relação com a vacina.

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Ao final de outubro, um voluntário do ensaio da AstraZeneca no Brasil morreu após complicações de Covid-19. Após análise dos dados, no entanto, a Anvisa constatou que o paciente estava no chamado grupo de controle e não tomara a vacina.

A chamada vacina de Oxford, em fase avançada, é uma das principais apostas para a imunização no Brasil. Também está na última fase de testes o imunizante Coronavac, em desenvolvimento pela empresa chinesa Sinovac, que será produzido no país pelo Instituto Butantan, em São Paulo.

O presidente Jair Bolsonaro tem feito declarações contra o que chama de “vacina chinesa” de João Doria (PSDB), governador de São Paulo visto como potencial adversário nas eleições presidenciais de 2022.

Governadores buscam uma saída pelo Legislativo para garantir que o governo federal tenha de comprar vacinas validadas pela Anvisa, sejam quais forem.

Enfim, enquanto ainda não temos a vacina, seja chinesa ou inglesa, é muito importante todos se protegerem. Evitar aglomerações, sair de casa apenas se necessário. Continuar usando máscara e sempre fazer a higienização das mãos com água e sabão ou álcool. A prevenção ainda é a melhor opção.

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Em caso de sintomas gripais como coriza, obstrução nasal, espirros, dor de garganta, tosse, febre, diminuição do olfato ou paladar, falta de ar, procure orientação médica de imediatamente.

Essas são as dicas do Dr. Fabiano Santana Moura. Otorrinolaringologista. Atende no Centro Clínico e Diagnóstico São Pio X. Telefone: 3307-1505. Whatsapp (62) 9962-6052

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