Em Goiás, farmácia é condenada a indenizar consumidora por vender medicamento vencido

Publicados


Uma farmácia de Cromínia, foi condenada a indenizar uma consumidora que comprou e ingeriu medicamento com prazo de validade expirado. A cliente vai receber R$ 4 mil, por danos morais, e R$ 14,00 por danos materiais, referente ao valor gasto com o remédio vencido. A sentença é da juíza da Comarca Juliana Barreto Martins da Cunha.

“Todo fornecedor de produtos digestíveis, com efeito médico, deve ter cautela e presteza no acondicionamento e comercialização, tendo em vista a extrema potencialidade de dano à saúde do ser humano”, destacou a magistrada.

Conforme consta dos autos a vítima, Raimunda Silva, comprou duas caixas do medicamento Levotiroxina no dia 18 de março de 2015. Ela ingeriu seis comprimidos, conforme posologia, mas sofreu reações adversas e precisou ser internada no hospital municipal da cidade, momento em que ela verificou que o remédio valia até fevereiro do mesmo ano. Na petição, ela juntou atestado médico – informando a causa da intoxicação – e o documento fiscal, com a data da compra.

Para a juíza, estão presentes no caso o dano e nexo causal, que ensejam a indenização. “A autora apresentou elementos fáticos que indicam a vivência de situações constrangedoras, sobretudo se considerado os prontuários médicos acostados. Não bastasse isso, o simples fato da autora ter adquirido e consumido medicamento com data expirada enseja a compensação por danos morais e materiais”.

Leia Também:  Não houve cancelamento de eleições na OAB-GO

A fabricante do remédio também foi acionada, contudo o pleito foi julgado improcedente em relação à empresa. “A indústria não tem responsabilidade indenizatória por danos morais e materiais, porquanto não restou demonstrado defeito na fabricação do produto, mas tão somente a negligência da farmácia, primeira ré, ao vender à parte autora o medicamento com prazo de validade já vencido”, ponderou a magistrada.  

Jornal do Vale, desde 1975 – www.jvonline.com.br

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

JUDICIÁRIO

Em Goiás, desembargador aposentado do TJ nega pagamento de propina por parte de padre Robson de Oliveira

O desembargador aposentado, Orloff Neves afirmou através de seu advogado, que nunca houve pagamento de propina por parte do padre Robson de Oliveira Pereira, ao contrário do que diz a PF.

Publicados

em

O desembargador aposentado Orloff Neves afirmou através de seu advogado, que nunca houve pagamento de propina por parte do padre Robson de Oliveira Pereira, ao contrário do que diz a Polícia Federal no pedido de prisão realizado em desfavor do religioso no dia 16.

Conforme a defesa de Orloff, o advogado que falou sobre a propina em conversa gravada e encontrada no celular do padre Robson durante a Operação Vendilhões, em 2020, em 2020, teria ficado com o dinheiro obtido junto ao religioso Robson. “Quem diz isso é o próprio advogado, que diz e prova que consumiu para si o valor exigido. A conduta é criminosa, confessada e provada”, escreveu o advogado Luís Rassi, em nota.

A PF requereu a prisão do padre e mais três pessoas ligadas a ele nove meses após a conversa com o advogado Cláudio Pinho ter sido revelada pelo Fantástico, da Rede Globo. No diálogo, Cláudio diz que conseguiu reverter uma decisão desfavorável para o padre após se comprometer a pagar R$ 750 mil para dois desembargadores e um juiz substituto.

A PF requereu a prisão do padre Robson e de mais três pessoas ligadas a ele nove meses após a conversa com o advogado Cláudio Pinho ter sido revelada.

A defesa de Rocha também alega que as provas que constam no inquérito 1.462, aberto para investigar a suspeita de propina, são ilegais.  “Após o padre Robson conseguir a declaração de ilegalidade de toda a investigação, houve o vazamento criminoso de elementos de prova declarados ilícitos. Interessante que esse delito jamais ensejou uma investigação”, escreveu na nota em referência ao material apreendido na Operação Vendilhões, do Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO). “Certa ou errada, a decisão que determinou ilegal as provas deveriam ser cumpridas”.

Leia Também:  Jaraguá: Ação exige recuperação emergencial de trevo da BR-153 com a GO-080

Para a defesa de Orloff, não resta dúvida de que os recursos obtidos pelo advogado do padre ficaram com o próprio advogado. Esse advogado recebeu o dinheiro que pediu e com ele ficou. A realidade dos fatos é esta. Um advogado mente ao cliente, fazendo-o crer que precisa dar um dinheiro para comprar uma decisão.

Rassi também afirma que não foi feito nada para extinguir a “investigação ilegal”, pois espera-se que ela seja concluída provando a inocência dos magistrados. “O reconhecimento da realidade, na visão dos magistrados, covardemente apontados como corruptos, era a melhor forma de restaurar a credibilidade daqueles homens e daquela mulher de bem. Todos que frequentam o Tribunal sabem de sua honestidade e seriedade”.

JORNAL DO VALE – Muito mais que um jornal, desde 1975 – www.jornaldovale.com

Siga nosso Instagram – @jornaldovale_ceresClique aqui

Envie fotos, vídeos, denúncias e reclamações para a redação do JORNAL DO VALE, através do WhatsApp (62) 98504-9192

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

VALE SÃO PATRÍCIO

PLANTÃO POLICIAL

ACIDENTE

POLÍTICA

MAIS LIDAS DA SEMANA