Na sexta-feira (19), a Polícia Militar de Goiás desencadeou a “Operação Fecha Goiás” em todo o Estado. Todos os batalhões e unidades policiais militares do estado foram envolvidos na operação. Em Goianésia, a Polícia Militar Ambiental de Goianésia realizou a operação nas cidades de Goianésia e Uruaçu visando coibir a venda/comercialização ilegal de pescados e produtos oriundo de atividades predatórias e de pesca ilegal com o agravante do período da piracema.
Durante a operação, os militares, se deslocaram até estabelecimentos destinados a venda de produtos derivados de pescados e efetuaram fiscalização. Em Goianésia, os policiais visitaram um estabelecimento na região central da cidade verificaram a presença, nos freezers, de alguns pescados de procedência duvidosa, e também dois rabos de jacaré. Ao ser indagado, de acordo com a polícia, o proprietário do estabelecimento revelou que adquiriu alguns produtos de pescadores da região do Lago de Serra da Mesa, dentre os quais, Tucunaré, Papa-terra, e Piau, somando a quantia de 84 kg. Segundo a polícia, o proprietário do comércio relatou que os produtos foram adquiridos sabendo ser de procedência irregular.
Em relação à carne de Pirarucu, a o proprietário disse ter comprado com nota, porém, não apresentou documento que comprovasse a origem lícita do pescado que somou a quantia de 17,5 kg. Questionado sobre a carne de jacaré (7,5 kg), ele informou aos policiais que teria ganhado de um fornecedor de pescados. Todo pescado apreendido somou 109 kg.
A polícia informou ainda que os peixes da espécie Tucunaré apresentavam sinais de flechadas de captura por arpão (pesca predatória no período da piracema). O comerciante foi enquadrado nos artigos 29 e 34 da Lei 9605, e foi, juntamente com todos os produtos apreendidos apresentados à Delegacia de Polícia de Goianésia onde foi autuado. Se condenado, ele pode pegar de 06 meses a 03 anos de prisão e ainda ser multado.










































