O diretor administrativo da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego), Altair Guerra, afirmou que a nova resolução aprovada no dia 18, pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que regulamenta o pagamento de auxílio-moradia aos magistrados brasileiros, no valor máximo de R$ 4.377,73, não desperta o interesse da categoria em Goiás.
“Para a magistratura goiana o tema é uma página virada pois as novas normas talvez não alcancem um juiz sequer em todo o estado. Temos apenas uma juíza que talvez possa se enquadrar nessa situação, mas acreditamos que esse alarde não se justifica”, disse o magistrado.
O juiz explicou ainda que em todo o país, cerca de 1% da magistratura terá direito ao auxílio. “Ninguém vai conseguir esse benefício, só se o juiz for destacado. Mas isso não acontece em nosso estado, até porque existe uma proibição para residir fora da comarca. Essa autorização só ocorre em casos excepcionais. A rigor, esse auxílio só será aplicado àqueles juízes que estão em Brasília atuando no Tribunal Superior”, disse.
















































