Na última quarta-feira (24), um macaco foi encontrado morto em um bairro periférico de Itumbiara, no sul de Goiás. Segundo a vigilância sanitária da cidade, o animal foi encaminhado para Goiânia, onde será analisada a causa de sua morte e verificado se existe alguma relação com o vírus da febre amarela. A Secretaria Estadual de Saúde já analisa outros 28 casos de mortes de primadas no Estado.
“É uma área ainda com bolsões de mata. Uma pessoa passava por lá, viu o animal sem vida e chamou as autoridades sanitárias”, explicou o diretor da Vigilância Sanitária da cidade, Hebert Andrade Ribeiro Filho.
O corpo do macaco foi recolhido e todos os cuidados necessários foram tomados para conservar o animal para ser encaminhado para Goiânia, onde será analisada a causa da morte. “Será feito o teste para a febre amarela, mas também para outras doenças que podem provocar a morte, como a raiva, por exemplo”, explicou.
As análises feitas no Laboratório Estadual de Saúde Pública Dr. Giovanni Gysneiros (Lacen) demoram até 30 dias para ficarem prontas. Além do laboratório na capital, uma unidade na Universidade de Brasília também analisa os animais que morreram no Entorno do Distrito Federal.
O diretor do Lacen, Vinícius Lemes, disse que é preciso que a população fique atenta para o comportamento dos animais e informe, o quanto antes quando houver casos de mortes de macacos.
“Encontrando um macaco morto, é interessante que a pessoa não mexa no cadáver até que a unidade de zoonoses seja acionada. Isso deve acontecer de forma muito rápida”, disse.













































