Pesquisar
Close this search box.
Plantão Policial

Mãe e padrasto são presos em Goiânia por abuso sexual e violência contra filha

Segundo as investigações, o padrasto abusou várias vezes da enteada, desde seus 12 anos de idade, com o consentimento da mãe da vítima, que tinha conhecimento dos abusos praticados pelo companheiro, porém mantinha-se omissa sobre os fatos.
Mãe e padrasto são presos em Goiânia por abuso sexual e violência contra filha. Foto: PC

publicidade

Um homem de 46 anos foi preso em Goiânia, suspeito de abusar sexualmente da enteada desde que ela tinha 12 anos. A vítima, hoje com 18 anos, engravidou em decorrência dos abusos e deu à luz uma criança que atualmente tem oito meses. A mãe da jovem, de 38 anos, também foi presa nesta segunda-feira, 7, acusada de permitir e conviver com os crimes praticados pelo companheiro.

Segundo as investigações, o padrasto abusou várias vezes da enteada, desde seus 12 anos de idade, com o consentimento da mãe da vítima, que tinha conhecimento dos abusos praticados pelo companheiro, porém mantinha-se omissa sobre os fatos.

O caso veio à tona no mês de março de 2025, quando a ofendida, cansada dos abusos e das agressões físicas, já que o autor, para coagi-la a com ele praticar conjunção carnal e atos libidinosos diversos, se valia de uma colher de ferro para golpeá-la na mão, decidiu noticiar o fato à PCGO.

Segundo informações da Polícia Civil de Goiás (PC-GO), os abusos ocorreram de forma contínua ao longo dos anos e, além do estupro de vulnerável, o padrasto também é investigado por obrigar a jovem a deixar o bebê na cama enquanto mantinha relações sexuais com a mãe da vítima.

Leia Também:  Em Goiânia, júri condena dois dos três réus acusados de matar advogados

Foi apurado que os abusos ocorriam de forma reiterada desde os 12 anos de idade da vítima, ocasiões em que o suspeito a submetia à diversas práticas sexuais.

Apurou-se, outrossim, que o primeiro episódio de estupro foi presenciado pela mãe da vítima, que, ao notar que o companheiro estuprava a menor, se limitou a esperar o término do ato para poder examinar a filha e constatar se de fato ela havia perdido a virgindade, impedindo-a, a partir daí, a levar os fatos ao conhecimento da PCGO.

Quando a vítima atingiu a maioridade, o investigado, que vigiava constantemente os seus passos, inclusive seus e-mails e aparelhos celulares, passou a exigir dela que com ele se relacionasse sexualmente ao menos duas vezes por semana em troca de deixá-la trabalhar e namorar.

A vítima engravidou e deu à luz uma menina, atualmente com 8 meses de vida, a qual, por exigência do autor, devia permanecer sobre a cama durante os atos sexuais praticados pelo investigado com a mãe dela.

Foi solicitada a realização de teste de paternidade em relação à criança, mas a investigação ainda aguarda a conclusão da perícia.

Leia Também:  Conforto que move o campo

Com base nas informações passadas e diante do risco de reiteração delituosa, a Autoridade Policial representou pelos mandados de prisão da mãe e do padrasto, que foram deferidos pela Justiça e cumpridos nesta segunda-feira (7).

Após terem as ordens judiciais cumpridas, os suspeitos foram conduzidos à DEAEM, para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça.

PC

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade