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Plantão Policial

Mãe é presa no Entorno-DF após queimar filho de 7 anos com colher quente como “castigo”

O episódio ocorreu na última quinta-feira (3), mas só chegou às autoridades depois que uma denúncia — segundo algumas apurações, anônima
Mãe é presa no Entorno-DF após queimar filho de 7 anos com colher quente como “castigo”. Foto: Reprodução

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Uma mulher foi presa pela Polícia Militar (PM) em Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal, suspeita de agredir e provocar queimaduras no próprio filho, de 7 anos, usando uma colher aquecida no fogão. O caso veio a público após denúncia ao Conselho Tutelar, que acionou a polícia e determinou o acolhimento da criança e de um irmão de 2 anos.

O episódio ocorreu na última quinta-feira (3), mas só chegou às autoridades depois que uma denúncia — segundo algumas apurações, anônima — foi encaminhada ao Conselho Tutelar de Cidade Ocidental. Ao receber a informação, o órgão repassou o caso à PM, que se dirigiu à residência da família.

No local, os policiais encontraram o menino com lesões visíveis, incluindo queimaduras nas mãos. Durante o atendimento, a criança relatou que a mãe teria colocado uma colher sobre o fogo e, após aquecê-la, encostado o objeto em suas mãos como forma de punição.

De acordo com o relato da criança e com informações colhidas pelo Conselho Tutelar, a agressão teria sido usada como castigo. Em uma das versões, o menino disse que foi punido após mexer na porta do apartamento de um vizinho. Outra apuração indica que a mãe foi informada de que o filho havia cometido uma “malcriação” enquanto estava sob cuidados de uma babá/cuidadora, e que, ao saber disso, teria iniciado as agressões.

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Após a constatação dos ferimentos, o Conselho Tutelar encaminhou a criança ao Hospital Municipal de Cidade Ocidental, onde ela recebeu atendimento médico. O órgão informou ainda que havia indícios de que o menino já vinha sendo vítima de outros episódios de maus-tratos praticados pela mãe.

Além do menino de 7 anos, uma segunda criança, de 2 anos, também filha da mulher, morava no imóvel. Diante da situação de risco, as duas crianças foram retiradas da residência e encaminhadas para acolhimento institucional.

A mulher foi conduzida ao Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops) de Luziânia, também no Entorno do DF. O caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes, e a guarda das crianças está sob análise da Vara da Infância e Juventude, que decidirá sobre as medidas de proteção a serem adotadas.

Enquanto isso, o menino permanece sob acompanhamento do Conselho Tutelar, em situação de acolhimento e proteção, até que a Justiça se manifeste sobre o destino da guarda eeventuais medidas adicionais.

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