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Modo ‘Dry’ no ar-condicionado: Economia ou armadilha?

Na prática, selecionar o modo certo faz toda a diferença: alívio no calor sem susto na fatura.
Modo 'Dry' no ar-condicionado: Economia ou armadilha?. Foto: Reprodução

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Muita gente aposta no modo “Dry” do ar-condicionado como truque infalível para economizar energia em casa. A ideia é lógica: desumidificar o ar faria o aparelho trabalhar menos e cortaria a conta de luz. No Brasil, onde calor e umidade andam de mãos dadas, isso virou rotina em milhares de lares. Mas essa estratégia pode sair caro – e muito.

O erro está no uso diário, não no aparelho

O modo “Dry” foca em retirar umidade do ar, melhorando a sensação térmica em dias abafados. Diferente do “Cool”, ele não prioriza resfriar o ambiente. Em regiões úmidas, como grande parte do Brasil, essa desumidificação exige esforço extra do compressor, que roda no máximo e consome mais energia. Resultado? O oposto da economia prometida.

Por que o ‘Cool’ vence no calor brasileiro

Ajuste o “Cool” para 23°C: é a escolha equilibrada para conforto e bolso. Ele refrigera diretamente, sem forçar o sistema contra umidade extrema. Temperaturas moderadas evitam que o aparelho opere no limite, otimizando o gasto elétrico.

Na prática, selecionar o modo certo faz toda a diferença: alívio no calor sem susto na fatura.

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