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Luto

Morre militar que estava em coma após fazer ressonância

O senhor José Ferreira de Souza morreu em decorrência de uma septicemia (infecção no sangue) e insuficiência renal, segundo a família.

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O policial militar aposentado, José Ferreira de Souza de 71 anos, que estava em coma há mais de um mês após fazer um exame de ressonância magnética, morreu neste sábado (3), em Aparecida de Goiânia. Souza estava internado em estado grave no mesmo hospital que recebeu a anestesia e não acordou depois do exame.

A filha do militar aposentado, Tallita Ferreira afirmou que ele morreu devido a uma septicemia (infecção no sangue) e insuficiência renal. Souza estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), desde o dia 28 de junho. Tallita informou que quando visitou o pai no último sábado (27), o quadro de saúde ainda era grave, sem melhoras neurológicas.

A filha não se conforma que o pai tenha ficado nesse estado, pois havia chegado bem no hospital, dirigindo e conversando. A Polícia Civil (PC) já está investigando o caso.

Inicialmente, o velório do corpo do policial estava previsto para começar às 22h, em Caldazinha. Contudo, devido à autópsia, foi adiado. Até a última atualização desta reportagem, a família não tinha informações de quando o velório deve ocorrer.

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O caso

O senhor José foi internado no dia 27 de junho deste ano. A família relatou que ele foi até o hospital dirigindo e conversando normalmente para realizar uma ressonância magnética na coluna. No entanto, aproximadamente cinco horas depois de realizar o exame, José continuava inconsciente e apresentava sintomas que pareciam convulsões. Durante esse tempo, os parentes procuraram a equipe médica, que os orientou a aguardar, dizendo que era efeito do sedativo.

Assim, momentos depois, a família resolveu pagar por uma consulta no hospital. Nesse instante, o médico que o atendeu solicitou que ele fosse internado na UTI, onde permanece atualmente.

“Eles [equipe médica] não sabem falar se foi um erro médico, se foi uma quantidade de sedação muito forte. Os médicos informaram que ele estava com doença autoimune, que desencadeou e não se sabe se foi por conta do remédio”, disse a filha.

Saúde

Conforme a família, José é hipertenso e diabético, mas as doenças sempre foram controladas. O boletim médico do dia 20 de julho diz que exames apontaram a suspeita de encefalite autoimune, uma doença inflamatória em que o próprio corpo ataca as células cerebrais.

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Ele necessita de hemodiálise devido à piora no funcionamento dos rins, respira com ajuda de ventilação mecânica por meio da traqueia, se alimenta por meio de sonda e está com pneumonia.

“Meu pai está jogado dentro da UTI. Todo dia eu tenho que brigar, tenho que falar. Eu estou tendo que pagar muitos exames. Eu quero um respaldo. O diretor técnico nunca veio falar com a gente. ninguém vem falar ou dar um parecer do que aconteceu”, afirmou a filha do militar.

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