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Mulher morre após receber contraste para exame em hospital

O Instituto Médico Legal (IML) realizou exames para investigar a causa da morte. A mulher chegou ao hospital passando mal e teve uma parada cardíaca após receber contraste.

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Joana da Conceição Ribeiro tinha 47 anos. Foto: Redes Sociais

Uma mulher identificada como Joana da Conceição Ribeiro de 47 anos, morreu após receber contraste para fazer uma tomografia em um hospital em Goiânia. O Instituto Médico Legal (IML) realizou exames para investigar a causa da morte, que ainda não foi confirmada e a mulher morreu na noite do último domingo (25).

Uma sobrinha de Joana disse que ela estava na igreja quando começou a sentir dores nos rins. A jovem, que preferiu não se identificar, contou que a tia deixou a celebração religiosa antes de acabar e foi para o hospital.

Conforme a Polícia Civil (PC), Joana chegou no hospital por volta de 21h00 passando mal. Ela deu entrada na emergência para os primeiros socorros e, após fazer uma tomografia com uso de contraste, teve uma parada cardíaca.

Apesar da tentativa dos médicos, a saúde da mulher piorou e ela morreu horas depois. Assim, o corpo da vítima foi levado para o IML, onde passou por uma necropsia e exames complementares para identificar a causa da morte.

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Joana era gerente de uma empresa de costura, casada e tinha duas filhas. De acordo com a sobrinha da vítima, os familiares e amigos de Joana se despediram dela nesta segunda-feira (26) em uma cerimônia de velório e sepultamento.

Os familiares cobram que a causa da morte da vítima seja investigada. O caso já está sendo investigado pelo 1º Distrito Policial da Polícia Civil de Goiânia.

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Em Goiás, PC erra endereço e arromba casa com armas em punho; Assista

A moradora foi acordada pelos gritos e marretadas e gravou toda a ação, afirmando ainda que teria sido agredida no processo.

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Em Goiás, PC erra endereço e arromba casa com armas em punho. Foto: Reprodução

Na madrugada desta quinta-feira (11), com os gritos de policiais e marretadas arrombando o portão que uma família, foi acordada uma moradora do Bairro Industrial Santo Antônio, em Aparecida de Goiânia, foi acordada.

Na verdade, os agentes da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) erraram o endereço em questão, adentrando, de armas em punho, a casa errada.

A moradora, que estava acompanhada do parceiro, gravou toda a situação e alegou, inclusive, ter sido agredida pelos policiais.

Através das imagens, foi registrado o acalorado bate e boca entre os agentes policiais e os residentes, enquanto eles tentam entender toda a situação.

É possível ouvir a mulher reclamar que o filho, ainda bebê, tinha sido acordado pelas autoridades, que, em contrapartida, afirmam que ela própria teria acordado o pequeno, tamanha a gritaria.

Questionados, os agentes afirmaram que estariam apenas cumprindo um mandado de busca e apreensão, no entanto, ao relatarem o nome da pessoa em desfavor no documento, foram informados de que ali não residia ninguém que se encaixasse na descrição.

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No mesmo instante, eles parecem perceber o ocorrido e começam a, lentamente, se retirar do local.

Através de nota oficial, a PC-GO informou que já está apurando o caso. “A Polícia Civil de Goiás informa que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, conforme deferimento de ordem judicial. E que eventuais supostos abusos cometidos durante a operação já estão sendo investigados pela Superintendência de Correições e Disciplina da PCGO”.

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