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PC realiza prisão de servidores públicos por utilização de contracheques falsificados para obtenção de empréstimo consignado

PC estima que ao menos outras dez pessoas fizeram do esquema fraudulento

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A Polícia Civil (PC), através do Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (GREF/DEIC), realizou a prisão de uma servidora pública ocupante de cargo comissionado de assessoria na Secretaria de Administração (SEAD) e um Vigilante Penitenciário Temporário (VPT). Ambos foram presos por uso de documentos públicos falsos.

Os documentos seriam utilizados para obtenção de empréstimo consignado nos valores aproximados de R$ 21 mil e R$ 42 mil.

Os dois foram presos em flagrante, após apresentarem contracheques pessoais adulterados ao correspondente bancário autorizado pela Caixa Econômica Federal para formalização do consignado.

No documento forjado, além de outras informações modificadas, constava que o cargo ocupado era efetivo.

A prisão aconteceu estabelecimento do correspondente bancário, logo após a entrega dos documentos falsos. As investigações continuam para identificar os intermediários que captavam os servidores públicos interessados no esquema e adulteravam os contracheques. Estima-se que ao menos outras dez pessoas fizeram do esquema fraudulento. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

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PC indicia quatro envolvidos em mortes de advogados em Goiânia; Vídeo

De acordo com a PC, os suspeitos exerceram papéis de executor, intermediários e de mandante no crime

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A Polícia Civil (PC), através da Delegacia de Investigações de Homicídios (DIH) indiciou quatro pessoas pelos assassinatos dos advogados Marcus Aprigio Chaves, de 41 anos e Frank Alessandro Carvalhaes de Assis, de 47, no dia 28 de outubro, mortos em escritório no Setor Aeroporto em Goiânia. Conforme a PC, os indiciados, de acordo com as investigações exerceram papeis de executor, intermediários e de mandante; este último identificado como Nei Castelli.

A PC diz que “todas as circunstâncias do crime foram devidamente elucidadas e não há mais diligências a serem produzidas”. O inquérito já foi remetido ao Ministério Público de Goiás (MP-GO) na última terça-feira (1°) e, agora, fica a este a incumbência de oferecer ou não denúncia aos envolvidos.

 

Relembre o crime

O crime ocorreu no dia 28 de outubro, no escritório dos advogados localizado no Setor Aeroporto, em Goiânia. De acordo com as investigações, Nei Castelli teria contratado dois pistoleiros por R$ 100 mil para cometerem os homicídios.

As investigações apontam que o crime foi cometido porque as vítimas conquistaram em novembro do ano passado, na justiça, ação de reintegração de posse de uma propriedade rural em São Domingos, no Nordeste Goiano, atualmente ocupada por familiares do fazendeiro. Propriedade está avaliada em quase R$ 50 milhões.

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Nei Castelli foi o último suspeito de envolvimento no crime a ser detido. Outras três pessoas já haviam sido presas por participação no duplo homicídio. Um dos quatro suspeitos morreu em confronto com a Polícia Militar do Tocantins (PM-TO).

Na última segunda-feira (30), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) indeferiu liminarmente o Habeas Corpus impetrado em favor de Nei Castelli. A decisão foi do ministro Humberto Martins. Essa foi a segunda negativa da Justiça para a soltura do fazendeiro. No último dia 20 de novembro, foi a vez do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) negar a liberdade do suspeito. Veja o vídeo quando Castelli chegou, após ser preso, na Delegacia da PC em Goiânia:

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