A Polícia Federal indiciou o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) por suspeita de desvio de recursos da cota parlamentar, falsidade ideológica, falsificação de documentos e associação criminosa.
A Operação Discalculia revelou esquema com uma OSCIP fantasma em Cidade Ocidental (GO), criada com documentos falsos incluindo crianças no quadro societário, para redirecionar verbas públicas. Buscas em outubro de 2024 apreenderam R$ 70 mil em espécie, e o imóvel em Goiânia servia como escritório político, escola de inglês e loja, custeados por cotas. Filho de Gayer, de 22 anos, e assessores também foram indiciados.
O relatório segue para a Procuradoria-Geral da República, que decidirá sobre denúncia ao STF, novas diligências ou arquivamento. O caso liga-se a investigações sobre atos de 8 de janeiro de 2023.
Gayer negou irregularidades em vídeo no Instagram, alegando perseguição política para barrar sua candidatura ao Senado em 2026 e falha em atualizar contrato de imóvel.
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