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Brasil

Pix é o meio de pagamento mais usado no Brasil, mas é alvo de golpes

Não a dúvidas que o meio de pagamento trouxe benefícios para os consumidores, por outro lado também facilitou a ação de criminosos, que aplicam golpes.
Pix é o pagamento instantâneo brasileiro. O meio de pagamento criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. É prático, rápido e seguro.

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O Pix de 16 de novembro de 2020, quando começou a funcionar no Brasil, até o último dia 30 de setembro, foram 26 bilhões de transações feitas no sistema financeiro nacional, com valores atingindo R$ 12,9 trilhões.

“As transações feitas com o PIX continuam em ascensão, revelando a grande aceitação popular do novo meio de pagamento, que trouxe conveniência e facilidades para os clientes em suas transações financeiras do cotidiano. Nos últimos 12 meses, registramos um aumento de 94% das operações com a ferramenta”, afirma Isaac Sidney, presidente da Febraban.

As transações com o Pix ultrapassam a Transferência Eletrônica Disponível (TED) e o Documento de Crédito (DOC).

Não a dúvidas que o meio de pagamento trouxe benefícios para os consumidores, por outro lado também facilitou a ação de criminosos, que aplicam golpes e conseguem rapidamente o dinheiro de diversas vítimas. Diante do aumento de crimes com o Pix, o Banco Central pretende endurecer as regras de rastreio para coibir as ações dos bandidos.

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