Fato ocorreu em agosto

Polícia Civil de Goianésia prende homem suspeito de tentativa de homicídio

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Na última quarta-feira (09), a Polícia Civil de Goianésia deu cumprimento a mandado de prisão preventiva em desfavor de um investigado pela prática de crime de tentativa de homicídio, fato ocorrido no mês de agosto, no Bairro Jardim Esperança, região sul de Goianésia.

A polícia informou que após uma discussão banal entre vítima e suspeito, ele teria desferido um golpe de faca na cabeça da vítima. Em decorrência do ferimento, a vítima precisou ser transferida para o Hospital de Urgências de Anápolis – HUANA – onde passou por procedimento cirúrgico de urgência.

Após o crime, o suspeito chegou a fugir da cidade, porém, as investigações da polícia conseguiram localizá-lo, e durante diligências acabou sendo preso.

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Menino morre após receber quatro anestesias para enfaixar braço quebrado, no Amazonas

A família do menino alega que flagrou a equipe médica procurando explicação sobre procedimentos na internet

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Um menino de 6 anos morreu no Estado do Amazonas após tomar anestesias para imobilizar o braço quebrado. A família de Saimon Gabriel Freitas Neri acusa o hospital onde a criança estava internada de erro médico. Segundo a mãe do garoto, Sandy Freitas Pantoja, o menino passou mal depois de recebido três doses de anestesia local e uma de anestesia geral.

O caso ocorreu no município de Manicoré, que fica à 332 km de Manaus. Saimon morreu no último sábado (20), mas somente hoje o caso ganhou repercussão. A família denunciou a equipe médica do Hospital Regional Doutor Hamilton Cidade por imperícia.

“Meu filho e meu marido sofreram um acidente de moto. Ele ficou com o bracinho quebrado esperando quatro dias para ser atendido. Depois, aplicaram três anestesias sem nem perguntar se ele estava com a barriguinha cheia. Como é que pode uma coisa dessa?”, questionou Sandy.

A mãe de Saimon explicou que o médico responsável pelo atendimento decidiu aplicar mais uma dose. “Ele ainda ficou inquieto. Aí, resolveram aplicar uma geral. Na sala de recuperação, eu vi os pés dele ficando brancos. Botei a mão no coraçãozinho dele e estava muito fraco. E parou. Chamei pelo médico e ele já levou meu filho para intubar”, continuou.

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A família alega que a equipe médica não sabia o que estava fazendo e que, inclusive, flagrou os profissionais procurando explicação sobre procedimentos na internet.

“Quando a gente entrou para falar com eles, antes de ajeitarem o bracinho dele, os enfermeiros e os médicos estavam assistindo YouTube para aprender com aplicar anestesias”, disparou.

No atestado de óbito do menino, o hospital associa a causa da morte a três fatores: parada cardíaca não especificada; efeitos adversos a anestésicos não especificados; e pneumonia devido a alimento ou vômito.

A Secretaria de Saúde do Amazonas em nota, declarou que tomou ciência do fato hoje e garantiu que um inquérito foi instaurado para avaliar a conduta do médico.

A família do menino também denunciou a morte à Polícia Civil. O órgão contou que o casal procurou a delegacia da cidade. Hoje, acrescentou a pasta, o pai e a mãe de Saimon depuseram na unidade de polícia. Ainda segundo a PC, uma investigação já foi iniciada.

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