A Polícia Federal (PF) investiga dois advogados goianos suspeitos de envolvimento em fraudes em aposentadorias por idade destinadas a trabalhadores rurais. A polícia cumpre, nesta terça-feira (11), três mandados de busca e apreensão em Alexânia. Os nomes dos investigados não foram divulgados.
Conforme a PF, que deflagrou a Operação Notas Falsas II, os advogados seriam responsáveis por demandar a Justiça Federal através de ações judiciais instruídas com documentos falsos para permitir a concessão de aposentadorias especiais a indivíduos que não preenchem os requisitos legais necessários para obter o benefício.
A Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT) da PF estima que o esquema tenha provocado um prejuízo de R$ R$ 624.156 aos cofres públicos. A economia proporcionada com a revisão destes benefícios concedidos indevidamente, considerando-se a expectativa de vida projetada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), alcança o patamar de R$ 3.921.060.
Os crimes apurados são de estelionato, falsificação de documento e uso de documento falso, além de falsidade ideológica.
Operação Notas Falsas
A Operação Notas Falsas foi inicialmente deflagrada em novembro de 2022, fruto de uma investigação iniciada em 2021, em Anápolis. Naquela ocasião, foram cumpridos mandados de busca e apreensão contra investigados de Alexânia e Sobradinho (DF).
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